Na ação, o petista alega que há desequilíbrio por causa de dezenas de outdoors em apoio a Bolsonaro, que teriam sido colocados de forma ilegal em todo o país. Na peça, a campanha de Haddad cita um levantamento feito pela Procuradoria Geral Eleitoral, que mostra que os outdoors foram instalados em pelo menos 33 municípios de 13 estados.
O petista argumentou que as propagandas revelam uma “ação orquestrada, que escapa da singela manifestação de apoiadores desavisados”. O PT citou que os custos com a locação do espaço publicitário não estão na prestação de contas de nenhum candidato e de nenhum partido. Assim, o abuso de poder econômico se configuraria porque Bolsonaro ganhando apoio financeiro que não contabilizado nos gastos de campanha, dando resultados usufruídos pelo candidato.
O PT ainda anexou na ação uma postagem em que Bolsonaro aparece agradecendo apoio pelos outdoors, para mostrar que o presidenciável sabia do uso dos outdoors, proibido expressamente pela lei eleitoral. O caso está nas mãos do corregedor-eleitoral, ministro Jorge Mussi, que vai decidir pela abertura, ou não, de processo.(Bahia Notícias)



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