Articles by "Política"

Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens



O presidente Jair Bolsonaro (PSL) admitiu nesta quinta-feira (16) que pode rever a política de preços de combustíveis da Petrobras caso não haja prejuízo para a empresa. Durante transmissão ao vivo nas suas redes sociais, em viagem a Dallas, no Texas, o presidente disse que as pessoas o culpam pelo alto valor da gasolina nas bombas e que o sistema de preços "pode ter algum equívoco". Portanto, declarou, se não prejudicar a empresa, pode ser revisado.

"O pessoal reclama do preço da gasolina a R$ 5 e me culpam, atiram para cima de mim o tempo todo. O preço do combustível é feito lá pela Petrobras. Leva em conta o preço do barril de petróleo lá fora, bem como a variação do dólar. Lógico que se a gente puder rever isso aí sem prejuízo para a empresa, sem problema nenhum, às vezes a política pode ter algum equivoco".

Ao lado do ministro Bento Albuquerque (Minas e Energia), Bolsonaro perguntou quando o preço do combustível vai cair e ouviu do auxiliar que isso acontecerá quando o país aumentar sua produção de petróleo.

"Temos perspectivas com os leilões que vamos realizar, temos a maior área de produção do mundo e só com produção vamos conseguir reduzir o preço do combustível, do gás", disse o ministro. No mês passado, Bolsonaro interferiu na política de preços da Petrobras e segurou o aumento no preço do diesel estipulado pela empresa -o que causou uma perda de R$ 32 bilhões em valor de mercado para a estatal.

Auxiliares do presidente afirmaram que sua decisão se deu pelo temor de uma nova greve de caminhoneiros que, no ano passado, causou uma grave crise de abastecimento no país. A medida, porém, contrariou a discurso liberal do chefe da equipe econômica do governo, Paulo Guedes, que não concorda com esse tipo de intervenção do governo -na ocasião, o ministro foi surpreendido pela decisão do presidente.

Nesta quinta, Bolsonaro afirmou que o problema dos caminhoneiros é "a falta de frete" e admitiu que a economia do país não vai bem. "Não vou enganar vocês". (FolhaPress)




O ideólogo Olavo de Carvalho, considerado um dos principais "gurus" dos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, declarou ontem (15), que vai deixar de "se meter" na política brasileira.

"Eles querem me tirar da parada? Tiraram. Eu vou ficar quietinho agora, não me meto mais na política brasileira. O Brasil escolheu o seu caminho. Escolheu confiar em pessoas que não merecem a sua confiança e agora vai se danar", afirmou, em conversa em vídeo com o site Crítica Nacional.

"O que eu estou fazendo, estou decidindo hoje, é me ausentar temporariamente do debate político nacional, do dia a dia, das miudezas das política, porque se tornou uma coisa absolutamente insustentável. Tamparam minha boca. Não tem problema. Vocês se virem aí, fiquem com o Santos Cruz (general e ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência)", completou, em referência ao ministro com quem já teve atritos. (Metro1)



O presidente da Câmara de Vereadores de Amargosa, Marquinhos da Saúde utilizou as redes sociais para criticar um Decreto de autoria do prefeito Júlio Pinheiro, que regulamenta o acesso das comissões da câmara aos órgãos públicos. 

No texto, Marquinhos defendeu a atuação dos vereadores de Amargosa e lembrou que o papel de fiscalização aos órgãos municipais sempre ocorreu de forma amistosa. “Conheço cada um dos vereadores e vereadores de Amargosa e sei do seu compromisso em buscar o melhor para nosso povo, não vejo nenhum vereador fazendo baderna ou tumulto. A relação sempre foi amistosa e cordial. Os vereadores antes de tudo, são cidadãos do município e assim devem ser recebidos nos prédios públicos com o mesmo respeito e carinho que deve ser dado ao pai do aluno que visita uma escola, por exemplo”, declarou.

Vale lembrar que no último dia 25 de abril, o presidente da Câmara de Amargosa, Marquinhos da Saúde e o vereador Miguel Silva anunciaram oficialmente a ruptura com o governo do prefeito Júlio Pinheiro (PT). Na ocasião, os vereadores alegaram falta de espaço dentro do governo como motivo principal para esta decisão.

Confira a nota divulgada pelo Vereador Marquinhos

 - Estou sendo procurado pelos vereadores, vereadoras e cidadãos de nosso município indignados com a publicação do Decreto nº 19, de 05 de abril de 2019 de autoria do prefeito  que ‘regulamenta’ o acesso dos vereadores (representantes legítimos do povo de Amargosa) durante visita aos prédios públicos.
Quero mais uma vez deixar claro para a população que tanto conhece a minha trajetória, sempre pautada no bom diálogo. Foi exatamente em razão de posturas arbitrárias como esta  que decidimos tomar a decisão de caminhamos sozinhos, afastados da atual gestão. A publicação deste Decreto demonstra a inabilidade política do prefeito e, até mesmo, o desrespeito aos vereadores, inclusive os que ainda estão na sua base.
Observem que o Decreto nº 19, de 05 de abril de 2019, foi publicado muito antes de minha conversa leal com o prefeito Júlio Pinheiro, comunicando o meu afastamento do seu grupo político, onde passaria a adotar uma postura de independência. Ou seja, eu que sou o Presidente da Câmara de Amargosa, e até então estava ao seu lado, não fui consultado e sequer comunicado sobre a publicação deste Ato. Infelizmente meus amigos e amigas, a realidade é que outros Edis que seguem na base foram e são tratados da mesma forma.
Conheço cada um dos vereadores e vereadores de Amargosa e sei do seu compromisso em buscar o melhor para nosso povo, não vejo nenhum vereador fazendo baderna ou tumulto. A relação sempre foi amistosa e cordial. Os vereadores antes de tudo, são cidadãos do município e assim devem ser recebidos nos prédios públicos com o mesmo respeito e carinho que deve ser dado ao pai do aluno que visita uma escola, por exemplo.
Neste momento só me resta lembrar o Santo Papa que pediu a todos que passem a construir pontes e não levantar muros.




A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou ontem (10) um recurso sobre a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reduziu a pena do ex-presidente. De acordo com os advogados do petista, o pedido se baseia em embargos de declaração, solicitando que sejam revistos pontos da decisão tomada pela Quinta Turma do tribunal. No último dia 23 de abril, o STJ reduziu a pena do ex-presidente no caso do tríplex de Guarujá.

"O recurso demonstra que o STJ deixou de analisar (omissão) aspectos fundamentais das teses defensivas, como, por exemplo, o fato de que Lula não praticou qualquer ato inerente à sua atribuição como Presidente da República (ato de ofício) para beneficiar a OAS e não recebeu qualquer vantagem indevida. O que o Tribunal considerou como ato de ofício – a nomeação de diretores da Petrobras – é, por lei, atribuição do Conselho de Administração da petrolífera (Lei das Sociedades Anônimas, art. 143), e, portanto, jamais poderia ter sido praticado por Lula", afirma a defesa de Lula.

Fonte: Metro1.




O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos lançou ontem (10) uma nova versão do Estatuto da Criança e do Adolescente. Uma das principais alterações é a instituição da Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, que acontecerá na semana do dia 1º de fevereiro. Outra novidade é a instituição da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas, que cria o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas.

A política também proíbe que menores de 16 anos possam viajar desacompanhados, sendo obrigatória a presença de acompanhante ou autorização. “Não estamos retrocedendo, estamos protegendo as crianças”, declarou a ministra Damares Alves.

Damares também defendeu os avanços tecnológicos na política. “Vamos trazer tecnologias avançadas na busca das crianças desaparecidas. E vamos entender o número, porque vamos ter um cadastro nacional. Então, o cadastro nacional vai nos dar a oportunidade de conhecer quantas são e trabalhar com tecnologia de busca com a polícia, com as redes sociais”, afirmou. (Metro1)



O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) manteve uma condenação do presidente Jair Bolsonaro para pagar R$ 150 mil por danos morais depois de declarações homofóbicas.

Em 2011, quando ainda era deputado federal, ele foi questionado sobre o que faria se tivesse um filho gay. O então parlamentar disse que isso não aconteceria porque "eles tiveram uma boa educação". A declaração foi em entrevista ao extinto programa CQC, que era exibido pela TV Bandeirantes.

A ação civil pública contra o presidente foi ajuizada pelo Grupo Diversidade Niterói, Grupo Cabo Free de Conscientização Homossexual e Combate à Homofobia e Grupo Arco-Íris de Conscientização.

O recurso analisado pelo TJ-RJ era um embargo de declaração, que pede esclarecimentos sobre a decisão.

O embargo foi negado porque o tribunal considetou que a condenação era clara. O presidente ainda pode recorrer aos tribunais superiores. (Metro1)

Assista à declaração de Bolsonaro:




O deputado federal baiano Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) encenou um ataque na Câmara dos Deputados ontem (9), em protesto contra o decreto de Bolsonaro que facilita o porte de armas para várias categorias, incluindo políticos.

Com uma arma de brinquedo em punho, ele deitou ao chão, ao lado de um assessor, e começou a falar sobre os possíveis efeitos decreto.

"O que será da nossa nação? Essa nação que queremos? Porque não somos os EUA, somos brasileiros. Imaginem o inferno que será essa nação com todos os políticos armados. Imaginem a discussão da reforma da Previdência. Se chamando o ministro de 'tchuchuca' terminou naquele jeito, imagina terminando na bala", criticou o deputado, em vídeo registrado pela imprensa.


Isidório declarou apoio a Fernando Haddad (PT) no segundo turno da eleição, mas depois do pleito chegou a declarar que apoiaria "tudo que fosse bom" do governo Bolsonaro e fez ressalvas a alguns posicionamentos do presidente em relação a armamento e força policial. (Metro1)




Parlamentares da bancada evangélica da Câmara Federal se articulam para tentar derrubar o decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro que flexibiliza o porte armas para várias categorias, incluindo políticos eleitos e jornalistas.

A política de armamento é umas das principais divergências em relação ao governo. Com 195 deputados, o grupo foi fundamental para a eleição de Bolsonaro.

PSOL, PT e Rede já lançaram projetos de decretos legislativos que revogam integralmente a medida. Os deputados evangélicos, no entanto, não desejam apoiar as iniciativas de partidos de esquerda, mas apresentar um projeto próprio.

"Estou conversando com vários deputados, e já temos vários que vão apoiar sim o decreto legislativo, desde que não seja apresentado por partidos de esquerda. Não apoiamos nada do PT. Se for do PT não terá nosso apoio", disse ao jornal O Globo ASóstenes Cavalcante (DEM-RJ), ligado à igreja liderada pelo pastor Silas Malafaia. (Metro1)




O ex-presidente Michel Temer (MDB) declarou à imprensa que irá se apresentar "voluntariamente" à Justiça hoje (9) após o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) revogar o habeas corpus dele.

"Em primeiro lugar, decisão da Justiça se cumpre. Segundo ponto, claro, eu a considero inteiramente equivocada sob o foco jurídico. Eu sempre sustentei que nessas questões todas não há prova. Para mim, foi uma surpresa desagradável, mas eu amanhã me apresento voluntariamente", disse. "Claro que com muita lamentação. É uma injustiça, não só injustiça, mas uma invericidade", declarou.

O ex-presidente também adiantou que irá recorrer da decisão ao Superior Tribunal de Justiça. "Ou seja, vou defender os meus direitos até o fim”, disse. Ontem também foi revogado o habeas corpus de João Baptista Lima Filho (Coronel Lima), amigo de Temer. *Metro1.



O governo bloqueou 87% do orçamento direcionado à realização do Censo em 2019. A pesquisa só vai a campo ano que vem, porém os preparativos começaram em 2018. O percentual, que foi divulgado pelo colunista do jornal O Globo Bernardo Mello Franco, está em documento da Secretaria de Orçamento Federal.

A nova presidente do IBGE, Susana Cordeiro Guerra, vinha negando o congelamento. R$ 210 milhões estão congelados, sendo o orçamento previsto de R$ 240 milhões. (Metro1)



O ministro da Educação, Abraham Weintraub, foi convocado por parlamentares à Comissão de Educação, Cultura e Esporte para apresentar as metas para o Plano Nacional de Educação, explicando também suas recentes medidas e declarações.

A mais recente foi a que bloqueava orçamento da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade de Brasília (UnB) e Universidade Federal Fluminense (UFF) em 30% alegando "balbúrdia", que logo expandiu para todas as universidades federais, assim como institutos federais.

Weintraub disse que não houve um corte e sim um contingenciamento no orçamento. "Se a gente conseguir aprovar a reforma da Previdência e voltar a arrecadação, volta o orçamento. Agora, a gente precisa seguir a lei de responsabilidade fiscal", declarou.

Ele também criticou o Fies. "São 500 mil jovens começando a vida com o nome sujo", afirmou. Seu foco é no ensino profissional. "O ensino profissional ficou largado lá embaixo na nossa lista de prioridades, enquanto colocamos muito dinheiro na educação superior", disse o ministro. (Metro1)



O ex-presidente Michel Temer (MDB) virou réu novamente na Justiça Federal, desta vez por organização criminosa e obstrução de Justiça. A decisão de hoje (3) acata a denúncia apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF) em 2017 pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Temer foi acusado de comandar uma organização criminosa e de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato.

Ele vai responder pelos crimes junto com os ex-ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco. Esta é a sexta vez que Temer se torna réu na Justiça. No mês passado, a acusação foi ratificada pelo Ministério Público Federal em Brasília depois de o caso ser enviado para a primeira instância judicial.




O prefeito de Nova York, o democrata Bill de Blasio criticou neste sábado (4/5), a postura de Jair Bolsonaro após o presidente cancelar sua viagem para a cidade americana. O estadunidense chamou Bolsonaro de “valentão” que não aguenta uma briga e disse que o brasileiro fugiu.

“Jair Bolsonaro aprendeu da maneira mais difícil que os nova-iorquinos não fecham os olhos para a opressão. Nós chamamos atenção para sua intolerância. Ele fugiu. Nenhuma surpresa —valentões não aguentam um soco. Já vai tarde, Jair Bolsonaro. Seu ódio não é bem-vindo aqui. Os ataques de Jair Bolsonaro contra dos direitos LGBTQ e seus planos destrutivos para nosso planeta se refletem em muitos líderes —incluindo diversos em nosso país. TODOS devem se levantar para denunciar e lutar contra esse ódio desmedido”, escreveu o democrata em uma rede social.

Fernando Haddad, também comentou a declaração do americano e o elogiou. “Querido Bill, orgulhoso de Nova York. Vamos nos livrar da intolerância cuidando das pessoas e do planeta”, afirmou o petista. (AratuOnline)




A ministra Damares Alves, responsável pela pasta de Mulher, Família e Direitos Humanos, pediu para deixar o governo.

De acordo com a Veja, o pedido foi feito em reunião com o presidente Jair Bolsonaro. Depois de fazer um balanço das atividades do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares comunicou que vai deixar o cargo. Alega que está cansada e precisa cuidar da saúde, que anda debilitada.

Desde que assumiu o comando da pasta, há quatro meses, a ministra enfrenta uma rotina estressante — mas com um ingrediente incomum: Damares recebe ameaças de morte. Com isso, ela abandonou sua residência, em Brasília, e passou a morar num hotel, cujo endereço é mantido em segredo.

Por recomendação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), Damares também não costuma antecipar a agenda, circula pela cidade escoltada e um segurança fica postado na entrada de sua sala durante todo o expediente. (Metro1)




A decisão do presidente Jair Bolsonaro de enviar R$ 224 milhões para o acolhimento de venezuelanos em Roraima causou mal estar entre parlamentares do estado. De acordo com a coluna de Mônica Bergamo, na Folha, os deputados avaliam que o dinheiro deveria ser investido na melhoria das condições de vida dos brasileiros.

"Brasileiros de Roraima estão passando fome. Não há dinheiro para investir em políticas públicas. Mas tem para manter venezuelanos?", diz o deputado Jhonatan de Jesus (PRB-RR).

Segundo ele, o valor enviado por Bolsonaro para os venezuelanos é maior do que o orçamento de muitas cidades do estado, o que fez com que quase todos os parlamentares de Roraima na Câmara Federal ficassem indignados. "Deixa os EUA brigarem com a Venezuela. Eles estão brigando pelo petróleo. Essa briga não é nossa", afirma. (Metro1)




Por determinação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o título de eleitor brasileiro ganha novo formato a partir deste mês de maio. A nova configuração do documento prioriza o ambiente digital e traz os dados do eleitor, filiação e um código de validação ou QR Code no lugar da assinatura.

Para ativar a versão digital do título de eleitor basta baixar o aplicativo e-Título no celular (disponível gratuitamente para download em dispositivos Android e iOS) e inserir os dados na página inicial. A versão impressa do título continua, mas agora em papel sulfite branco -as versões anteriores, em verde e branco, utilizam papel-moeda, que será substituído à medida que acabarem os estoques. Assim como a versão atual, o novo título de eleitor é gratuito e emitido na hora.

Segundo resolução do TSE, o modelo do título eleitoral anterior a essas alterações permanece válido. Quem reside no estado de São Paulo e vai tirar o título pela primeira vez ou atualizar seus dados na Justiça Eleitoral já terá acesso ao novo formato a partir desta quinta (2).

Segundo a assessoria de comunicação do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) paulista, a emissão no estado começa pelas unidades do Poupatempo que prestam serviços eleitorais -Itaquera, Lapa, Santo Amaro e Sé, na capital paulista, além de Carapicuíba, Diadema, Franca, Guarulhos, Mauá, Mogi das Cruzes, Osasco, Santo André, Sorocaba e São Bernardo do Campo.

Para obter o novo título de eleitor é preciso agendar horário e levar documento oficial de identificação (RG, carteira de trabalho, carteira profissional emitida por órgão criado por lei federal, certidão de nascimento ou de casamento), comprovante de residência (com data de até três meses) e o título eleitoral antigo, caso o tenha.

As unidades da Justiça Eleitoral no estado também vão adotar a nova impressão à medida que terminarem os estoques de papel-moeda. Prazo para regularização termina dia 6 Eleitores que não votaram nem justificaram sua ausência por três eleições consecutivas (cada turno equivale a uma eleição) têm até o próximo dia 6 para regularizar a situação junto à Justiça Eleitoral.

Em caso contrário, o eleitor poderá ter seu título cancelado e ficar impedido, entre outras sanções, de obter passaporte ou carteira de identidade e participar de concursos públicos. Para se regularizar, o eleitor precisa pagar uma multa de R$ 3,50 e comparecer ao cartório eleitoral mais próximo com documento oficial com foto, comprovante de residência e o título de eleitor -caso ainda o tenha. De acordo com dados do TSE, 2,6 milhões de brasileiros ainda precisam se acertar junto à Justiça Eleitoral.




Dez centrais sindicais brasileiras se unem neste ano para um ato unificado em comemoração ao Dia do Trabalho, celebrado nesta quarta-feira (1º). Entre elas estão CUT e Força Sindical, juntas nesta data pela primeira vez. Em Salvador, a mobilização está marcada para às 14h, no Farol da Barra.

“Vamos mostrar que somos fortes e juntos combateremos com luta e arte revolucionária o atual contexto de desmonte, de venda de estatais, desemprego, tentativa de por um fim na aposentadoria dos trabalhadores (as), ações truculentas que o governo de Bolsonaro (PSL) tenta impor para a classe de trabalhadores e aposentados (as)”, diz texto de manifesto da CUT-BA.

Em São Paulo, o evento, no Vale do Anhangabaú, no centro da capital paulista, terá shows de artistas como Ludmilla e Felipe Araújo. Também deve ser convocada uma greve geral para 14 de junho.

A falta de dinheiro para bancar festas grandiosas desde o fim da contribuição sindical obrigatória e a oposição ao projeto de reforma da Previdência são temas que têm unido as centrais em protestos desde o começo do ano. Neste ano, por exemplo, a Força Sindical abriu mão de sua tradicional festa na praça Campo de Bagatelle, na zona norte de São Paulo. O evento costumava ter a participação de cantores populares e sorteio de automóveis e já chegou a atrair 1 milhão de pessoas.

Em 2018, apelo por ‘Lula livre’

No 1º de Maio do ano passado, a CUT e outras seis centrais realizaram conjuntamente um ato em Curitiba (PR) focado no pedido da liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso três semanas antes.

Neste ano, o evento em São Paulo será organizado pelas centrais sindicais CGTB, CSB, CSP-Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical, Nova Central e UGT, além das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. O lema é “Em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores e das Trabalhadoras – Contra o Fim da Aposentadoria por mais Empregos e Salários Decentes”.

“Estamos construindo a greve geral, e a realização de atos unitários em diversas cidades neste 1º de maio é mais uma demonstração de unidade, que será decisiva para barrar os retrocessos contra a classe trabalhadora, em especial a reforma da Previdência”, disse Sérgio Nobre, secretário-geral da CUT.

“Faremos uma grande mobilização juntos para impedir que continuem os ataques aos direitos dos trabalhadores”, afirmou João Carlos Gonçalves (Juruna), secretário-geral da Força Sindical.




O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse neste domingo (28) que a relação entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi recuperada.

O episódio mais recente das rusgas entre o líder do Executivo e o da Câmara Baixa do Legislativo foram as declarações dadas por Maia ao site Buzzfeed nas quais chama os filhos do presidente, Carlos e Eduardo Bolsonaro, de "radical" e "deslumbrado", respectivamente.

"A gente sabe que tem um escorregãozinho para lá, outro para cá. Mas os dois reabriram um canal de conversação direta", minimizou Onyx se referindo à reunião que Bolsonaro e Maia tiveram no sábado em almoço na casa do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Walton Alencar Rodrigues.

Ainda segundo Onyx, Bolsonaro e Maia "estão super bem". "Estão até combinando de assistir juntos um jogo do Palmeiras ou do Botafogo", revelou o ministro. (Metro1)




Responsável pelos processos da Lava Jato, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal deve julgar até junho casos envolvendo o ex-ministro Geddel Vieira Lima e dois senadores: Fernando Collor de Mello (Pros-AL) e Renan Calheiros (MDB-AL). Réus em ações penais, Geddel e Collor podem ser condenados. O processo contra Renan está em fase anterior, na qual o acusado pode virar réu se a denúncia formulada contra ele for considerada consistente.

Geddel é acusado de desviar R$ 51 milhões dos cofres públicos. Collor responde pelo desvio de mais de R$ 50 milhões das arcas da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Renan foi denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro num esquema montado em outro braço da estatal petroleira, a Transpetro.

A estimativa de que esses processos devem ser apreciados no primeiro semestre de 2019 consta de relatório divulgado na última sexta-feira pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Suprema Corte. Ele incluiu outras quatro ações penais na fila. São estreladas pelo deputado Vander Loubet (PT-MS), o ex-deputado Aníbal Gomes (DEM-CE), o ex-senador Valdir Raupp (MDB-RO) e o ministro do TCU Aroldo Cedraz.

Em relação às denúncias, afora a que acusa Renan, Fachin mencionou a peça em que o PP (Partido Progressista) é apontado como abrigo de uma “organização criminosa”. Um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes retarda, de resto, a conclusão do julgamento de denúncia que acusa dois parlamentares do PP de obstrução à Justiça: o senador Ciro Nogueira (PI), presidente da legenda, e o deputado Eduardo da Fonte (PE).

Além de Fachin e Gilmar, integram a Segunda Turma do Supremo: Cármen Lúcia, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski. Na terça-feira (26) da semana passada, o colegiado concluiu o julgamento do último recurso (embargo declaratório) do ex-deputado Nelson Meurer (PP-PR), condenado a 13 anos, 9 meses e 10 dias de cadeia. Aguarda-se apenas a expedição da ordem de prisão. (AgênciaBrasil)

Author Name

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.