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O questionamento e acusações de alguns vereadores e internautas quanto a pavimentação asfáltica num trecho privado após uma obra pública, gerou polêmica nas redes sociais. O estacionamento de um Supermercado foi asfaltado pela mesma empresa que está realizando obras ao Governo do Estado.

A vereadora Viviane Santana publicou em sua rede social: "(...) logicamente envolve o dinheiro público e sim, está beneficiando uma empresa privada, uma vez que ultrapassa substancialmente o limite estabelecido por Lei, de passeio público."

"Prefeitura confunde o público com o privado e estende asfalto para calçada do supermercado" disse uma internauta.

A equipe de reportagem do AmargosaNews entrou em contato com o proprietário do Supermercado para esclarecer a situação. O empresário informou que não há qualquer irregularidade na obra, que  foi contratado à parte e não tem nada haver com a prefeitura.

"Nós não temos que nos justificar! Fizemos a contratação de uma empresa prestadora de serviço e nenhuma lei diz que não podemos contratar uma empresa que preste ou esteja prestando serviço à administração pública! Cabe a quem acusa provar o que disse e não o acusado provar o que não fez! Forneceremos a justiça e a comunidade as informações necessárias! De certo que quem publica, compartilha, curte uma acusação grave dessa, estará sujeito às penas cabíveis caso não comparece com as provas." comentou o empresário à nosso repórter.

Da Redação.
Imagem do Facebook.



O ano de 2019 parece ser um dos mais desafiadores para o futuro do Grupo Globo, o maior conglomerado de mídia da América Latina, comandado pelo família Marinho. Desde a campanha eleitoral em que saiu vencedor, o presidente Jair Bolsonaro vem dando demonstrações inequívocas de que a Globo não terá prestígio em seu governo.

Uma das primeiras iniciativas concretas de Bolsonaro contra o monopólio da Globo na comunicação do País foi atacar a publicidade da emissora. Bolsonaro defende um projeto de lei que acabe com o ‘bônus de volume’, o instrumento que levou o sistema publicitário brasileiro a uma espécie de ‘cartelização’, com primazia da Globo sobre todas as outras emissoras. O projeto já está escrito, com ajuda dos concorrentes da Globo, e será apresentado ao Congresso pelo ex-ator e agora deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP).

Além dessa medida que atinge a publicidade da Globo, a emissora dos Marinho, mais especificamente seu braço de notícias na TV fechada, a Globonews, está sendo atacada em outra frente, na audiência, com o anúncio da chegada da CNN Brasil. A unidade brasileira da emissora norte-americana está sendo viabilizada por meio do empresário Rubens Menin e do jornalista Douglas Tavolaro, biógrafo oficial do bispo Edir Macedo, que é um dos principais apoiadores do bolsonarismo no Brasil.

Com uma equipe de 400 jornalistas, a CNN Brasil estará disponível para assinantes da TV paga como um canal 24 horas e também diretamente para os consumidores, por meio das plataformas digitais. Em entrevista ao 247, Rubens Menin negou que a operação brasileira da CNN terá vínculo com Edir Macedo.

“Eu vinha conversando com diversos grupos de empresários e muita gente estava preocupada com a situação dos grupos de comunicação aqui no Brasil, com problemas financeiros. Isso é muito ruim”, diz o empresário. “Através de amigos em comum fui apresentado a esse projeto da CNN Brasil e achei que era hora de investir”, disse ele.

Jornalisticamente, a Globo já indicou que não vai demonstrar apoio total ao governo, fazendo críticas pontuais em seus veículos e por meio de colunistas, apesar de apoiar as medidas econômicas, como a reforma da Previdência. O capítulo mais recente foi o editorial do jornal O Globo contra o decreto que libera a posse de quatro armas de fogo para cada brasileiro. Para o jornal, a medida é “temerária” e uma “aposta enganosa”. “Difícil desmentir a relação entre mais armas e mais mortes”, defende o texto.

Fonte: Brasil 247


O vereador de Madre de Deus, Anselmo Duarte Ambrozi da Silva, mais conhecido como Anselmo Filho de Begu (DEM), foi acusado pelo Ministério Público Estadual de improbidade administrativa por enriquecimento ilícito, prejuízo aos cofres públicos e por violar os princípios da Administração Pública. Em ação civil pública ajuizada nesta terça-feira (15), os promotores de Justiça Adriano Assis, Rita Tourinho e Célia Boaventura pedem à Justiça o afastamento liminar do parlamentar.

Segundo a ação, Anselmo Duarte nomeou dois funcionários fantasmas em cargos comissionados de assessores no seu gabinete, que na verdade trabalhavam como empregados domésticos em sua residência. O total de recursos públicos utilizados indevidamente, sem correções monetárias, é de aproximadamente R$ 106,4 mil, correspondente ao pagamento dos proventos dos cargos comissionados no período entre 2011 e 2018. Os promotores destacaram que a irregularidade foi admitida pelo próprio vereador em gravação em vídeo.

Conforme a ação, Anselmo afirmou que “aonde é que está que esta pessoa, que está na minha casa (referindo-se aos comissionados), também não possa fazer o trabalho doméstico da minha casa? Quem disse que não pode?”. Os promotores afirmaram na ação que o vereador “nomeou seus empregados domésticos como assessores de seu gabinete de modo a não arcar com as custas salariais”.

Fonte: Bocão News


presidente Jair Bolsonaro (PSL) assinou nesta terça (15) decreto que facilitou o acesso às armas pela população. A medida é uma bandeira antiga de Bolsonaro e foi reforçada durante sua campanha à Presidência.
As alterações feitas se referem ao decreto que regulamenta o Estatuto do Desarmamento, lei federal aprovada em dezembro de 2003 que restringe a posse e o porte de armas no país. Como ressaltou o presidente durante discurso, a medida assinada nesta terça não muda essa lei, visto que alterações no estatuto precisam obrigatoriamente passar pelo Congresso.
O texto, portanto, modifica outro decreto, de 2004, que regulamenta o registro, a posse e a comercialização de armas de fogo e munição.
Abaixo, entenda o que muda a partir do decreto de Bolsonaro, que passa a valer desde já.
 Qual a principal mudança trazida pelo decreto?
O Estatuto do Desarmamento estabelece que é preciso comprovar a efetiva necessidade da arma para que a posse seja autorizada. Antes, cabia à Polícia Federal avaliar se o requerente do registro realmente tinha necessidade de ter uma arma. Agora, o governo federal estabeleceu que é considerado que há necessidade efetiva em uma lista de situações. Vale destacar duas delas:
1) residentes de áreas urbanas de estados com índice de homicídios maior de 10 por 100 mil habitantes no Atlas da Violência de 2018 (que traz dados de 2016). A unidade da federação com menor taxa é São Paulo (10,9), mas ainda assim é superior ao limite estabelecido pelo decreto;
2) Residentes de áreas rurais.
Portanto, na prática, o decreto considera que todas as pessoas do país têm necessidade de ter uma arma.Isso significa que qualquer um pode ter uma arma?
Não. Ainda é preciso cumprir os requisitos estabelecidos no Estatuto do Desarmamento: ser maior de 25 anos, ter ocupação lícita e residência certa, não ter sido condenado ou responder a inquérito ou processo criminal e comprovar a capacidade técnica e psicológica para o uso do equipamento.
Há alguma mudança em relação ao porte de armas? 
Não. O decreto dispõe apenas sobre a posse. O porte, ou seja, a autorização para a transportar e carregar a arma consigo, fora de casa ou do local de trabalho, continua proibido. As exceções são membros das Forças Armadas, polícias, guardas, agentes penitenciários, empresas de segurança privada, entre outros. Para obtê-lo é preciso demonstrar a necessidade do porte por exercício de atividade profissional de risco ou de ameaça à sua integridade física.
O tempo de revisão da autorização da posse mudou?
Sim. Antes, era preciso renovar a posse a cada cinco anos. Agora, será necessário fazer isso a cada dez anos. Isso também vale para quem já tinha arma regularizada antes do decreto. A renovação será feita junto ao Comando do Exército, e não mais com a Polícia Federal.
Há um limite de quantas armas uma pessoa pode ter?
O decreto estabelece que é possível ter até quatro armas. Contudo, a pessoa pode requerer o registro de mais armas, desde que comprove que tem necessidade. No discurso logo após a assinatura, Bolsonaro se referiu brevemente a pessoas com diversas propriedades como uma das possíveis circunstâncias em que seria permitido ter mais de quatro armas -“titulares ou responsáveis legais de estabelecimentos comerciais ou industriais” são considerados pelo novo decreto como pessoas que teriam necessidade de ter armas, se desejarem.
Há alguma medida de segurança que deve ser adotada por quem quer ter uma arma?
É preciso apresentar declaração de que a residência possui cofre ou local seguro com tranca, mas isso só é necessário para quem mora com crianças, adolescentes ou pessoa com deficiência mental. Também vale destacar que o texto fala em “declaração”, e não em “prova”, e não há nenhuma menção à fiscalização das residências para verificar se isso está sendo cumprido.
O novo decreto diz que “presume-se a veracidade dos fatos e das circunstâncias afirmadas na declaração de efetiva necessidade”, a qual será examinada pela PF. O que isso significa, na prática? A PF continua tendo a palavra final?
Sim, a PF tem a palavra final, mas o que mudou é que antes a pessoa que requeria arma apresentava os argumentos que comprovavam que teria efetiva necessidade para tal. Pelo texto de agora, são elencados os requisitos que precisam ser atendidos. O delegado ainda pode negar, mas nega com base em pontos detalhados.
Segundo o decreto, em que circunstâncias a autorização para posse pode ser negada ou revogada?
Se a pessoa mentir na declaração de efetiva necessidade, mantiver vínculo com organização criminosa ou se agir como uma espécie de “laranja” –a pessoa solicita o registro, mas, na verdade, a arma será usada por quem não se enquadra nos requisitos necessários para a obtenção da licença.
O que acontece com quem é pego com arma de fogo sem registro?
O decreto não altera esse item, regulado pelo Estatuto do Desarmamento. A pena para quem possui ou porta uma arma ou munição sem a devida licença é de dois a quatro de prisão, mais multa. Se a arma for de uso restrito (caso do fuzil, por exemplo), a pena é de três a seis anos, mais multa. Também é proibido emprestar, alterar numeração ou sinal de identificação da arma.
E para quem atira?
A pena por atirar, disparar arma de fogo ou acionar munição em “lugar habitado ou adjacências” é crime inafiançável e rende de dois a quatro anos de cadeia e pagamento de multa. Isso também vale para quem tem o registro da posse -ou seja, não é porque a arma é legal que pode ser disparada em qualquer lugar.
As exceções são em casos de legítima defesa, estado de necessidade e em “estrito cumprimento de dever legal ou no exercício regular de direito”, previstos no Código Penal como fatores de exclusão de ilicitude.
O comércio de armas é permitido? 
Sim. No estatuto do desarmamento, estava prevista a realização de um referendo, em 2005, para que a população respondesse à seguinte pergunta: “O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?”. Com 63,94% dos votos válidos, o “não” ganhou. Com isso, o comércio permaneceu legal no país. 

Fonte: Folhapress

Brother foi desclassificado do reality no fim de semana

Muito se especulou sobre a desclassificação de Fábio do "Big Brother Brasil 19". O lutador gravou vídeos em seu Instagram para desmentir boatos e esclarecer que a sua eliminação foi por ter contrato com um patrocinador.



"Realmente eu tinha um contrato vigente que eu acabei não informando a emissora. Cara, porque foi tudo muito em cima da hora, foi muita intensidade, foi muita informação chegando. Só que acabou se percebendo que isso violava as cláusulas contratuais do programa e, infelizmente, isso gerou a minha eliminação. Não vou mentir pra vocês, eu fiquei triste, fiquei decepcionado por não ter continuado no programa, porque eu realmente achava que eu poderia chegar nas finais", disse Fábio.

Logo que foi informado que sairia do programa, a Globo emitiu um comunicado sem dar detalhes. Apenas informou que “tomou conhecimento de fatos relacionados ao participante, avaliados como inadequados ao perfil dos competidores conforme o regulamento do programa’’. A nota informou ainda que ele não será substituído.

Apesar da tristeza por estar fora da disputa de R$ 1,5 milhão, Fábio disse que vai voltar a focar no jiu-jitsu. "Mas bola pra frente, vida que segue. Tenho que fazer a coisa que mais amo na minha vida, que é o jiu-jítsu. Na semana que vem, já têm campeonatos. Eu tenho que focar nos meus treinos. A minha patrocinadora atual não tem culpa de nada, não tem culpa nenhuma. Eles, inclusive, foram as pessoas que mais me ajudaram durante todo esse processo. Só tenho a agradecer essa oportunidade que foi me dada. Vamos lá, vamos focar e vamos dominar o mundo. 'Tamo' junto".

Fonte: ibahia

Nesta madrugada, uma ponte e a sede de um juizado foram alvo de novos ataques com explosivos


O policial civil Luís Mauro Albuquerque está no epicentro da maior crise de segurança pública do Ceará, que já dura mais de 12 dias. Ao tomar posse como secretário de Administração Penitenciária, no último dia 1º de janeiro, Albuquerque fez duras declarações contra o crime organizado no estado. Disse que não reconheceria a atuação das facções criminosas e que acabaria com a separação desses grupos por presídios no estado.

No Ceará, atuam pelo menos três grandes facções: o Comando Vermelho (CV), do Rio de Janeiro; o Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo; e os Guardiões do Estado (GDE), fundado em território cearense. Há ainda franjas da Família do Norte (FDN), do Amazonas, com atuação no Ceará, mas em proporção bem menor.

Queremos mais rigor dentro das unidades prisionais, assegurando assistências às quais os presos têm direito Luís Mauro Albuquerque - secretário de Administração Penitenciária do Ceará

Na madrugada deste domingo, uma ponte e a sede de um juizado foram alvo de novos ataques com explosivos no Ceará. Explosivos foram detonados em uma ponte sobre o rio Choró, na BR-116, uma das principais rodovias federais que cortam o estado, a 72 km de Fortaleza. Não há informações sob os danos causados pelos explosivos, mas a ponte teve que ser escorada e interditada pela Polícia Rodoviária Federal.

Em Fortaleza, explosivos foram detonados em frente ao Juizado Especial Criminal de Fortaleza, no bairro Montese, onde ficou danificada uma das colunas de sustentação do prédio. Policiais chegaram a reagir ao ataque, mas os suspeitos fugiram.
Também na madrugada deste domingo foram incendiados carros particulares nas cidades de Umirim, no interior do estado, e em Fortaleza, no Bairro Siqueira. Este é o 12º dia de ataques coordenados por facções criminosas no Ceará, iniciados no início do ano após a decisão do governo do estado de não separar mais os integrantes de facções nos presídios cearenses. No sábado, os bandidos detonaram uma torre de transmissão de energia em Maracanaú, cidade da Grande Fortaleza.

No mesmo dia, a Polícia Civil fez uma operação que resultou na apreensão de cinco toneladas de explosivos e na prisão de cinco pessoas. Ainda no sábado, foi aprovada a lei da Recompensa, que permitirá concessão de benefícios financeiros para pessoas que denunciarem autores de ataques ou derem informações que possam impedir os atentados.

“O governo do Ceará tem assumido medidas contra o crime organizado, dentro de um planejamento desenhado para uma intervenção mais forte. Essa intervenção quer assegurar a aplicação da lei, garantindo a autonomia dentro das unidades prisionais. Esses ataques são uma clara reação”, diz o secretário de Administração Penitenciária.

Fonte: Correio


O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou, nesta terça-feira (8), que o filho Antonio Hamilton Rossell Mourão foi promovido por ter “mérito”. Antes assessor empresarial da área de agronegócios do Banco do Brasil, o filho do general da reserva foi nomeado assessor especial da presidência do Banco do Brasil com o salário três vezes maior do que recebia, informou a Coluna do Broadcast. “(Meu filho) possui mérito e foi duramente perseguido anteriormente por ser meu filho”, afirmou Mourão à reportagem.

Rossell Mourão é funcionário de carreira do Banco do Brasil, com 18 anos de experiência dentro da instituição. Com a posse da nova gestão, sob o comando de Rubem Novaes, foi promovido a assessor especial da presidência. Ele trabalhará em contato direto com o novo presidente da instituição. Apesar do tempo de casa, o salto na carreira foi visto com estranheza por pessoas de dentro do banco.

O novo posto equivale a uma cadeira de um executivo no banco com um salário de cerca de R$ 36 mil. Na prática, seu salário triplicou. A renda do posto anterior gira entre R$ 12 mil e R$ 14 mil, dependendo da carga horária de seis ou oito horas. O novo vencimento do filho do vice-presidente da República será maior até mesmo do que o salário do pai, o segundo maior cargo do Executivo, que hoje é de R$ 27,8 mil.

STF


Segundo o professor Carlos Ary Sundfeld, que dá aulas de Direito Público na Fundação Getúlio Vargas (FGV), a indicação não se enquadra nos casos em que a Justiça considera nepotismo. Para isso, seria necessário que o funcionário tivesse sido nomeado pelo próprio parente para exercer cargo na mesma instituição pública. O critério é uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de 2008, sobre o assunto.

“O Banco do Brasil e a União federal não são a mesma pessoa jurídica, então, rigorosamente, pela súmula do Supremo, não há uma proibição”, explica Sundfeld. Ele diz, ainda, que seria necessário acompanhar o trabalho do filho do vice-presidente no dia-a-dia para saber se a nomeação foi injustificada. “No caso concreto aí, o vice-presidente não tem poder formal nenhum, não é ele que nomeia. Seria uma coisa muito indireta. De qualquer modo, não dá para ficar especulando sobre as razões que fazem o presidente do Banco do Brasil escolher um dos funcionários de carreira do banco para ser assessor.”

Nota


O Banco do Brasil confirmou a nomeação do filho do vice-presidente Hamilton Mourão, Antonio Hamilton Rossell Mourão. O banco explica, em nota à imprensa, que o cargo é de “livre provimento da Presidência do BB e a nomeação atende aos critérios previstos em normas internas e no estatuto do Banco”.

Novaes afirmou, em nota, que o funcionário Antônio Hamilton possui “excelente formação e capacidade técnica”. “Antônio é de minha absoluta confiança e foi escolhido para minha assessoria, e nela continuará, em função de sua competência. O que é de se estranhar é que não tenha, no passado, alcançado postos mais destacados no Banco”, destacou o novo presidente do BB.

Antônio Hamilton, conforme informações do BB, é funcionário com 18 anos de casa e trabalhava há 11 anos como assessor na Diretoria de Agronegócios. Formado em Administração de Empresas, Rossell Mourão possui pós-graduações em Agronegócios e em Desenvolvimento Sustentável.

Fonte: Notícias ao Minuto


Envolvido em uma polêmica com Gusttavo Lima, o cantor Alexandre Pires entrou em uma discussão ao vivo com o jornalista Leo Dias durante o "Fofocalizando" desta segunda-feira, 7, no SBT.

O motivo da revolta de Alexandre Pires foi uma nota publicada na coluna de Leo Dias no jornal O Dia. Nela, Gusttavo Lima afirma: "Quem estava pagando o cachê do Alexandre [Pires] era eu. Então eu poderia colocar ele no horário que eu quisesse."

Alexandre Pires entrou em contato com o Fofocalizando por telefone ao vivo e fez críticas ao apresentador.

"Vamos lá, Leo. Me desculpe dizer isso, mas acho que você errou. Primeiro porque procurou só um lado, soltou uma nota só de um lado. Não nos procurou também para ouvir a nossa versão. Acho que a boa informação é investigada, checada antes de ser veiculada, ok? Por isso estou entrando em contato...", disse o cantor, antes de ser interrompido pelo jornalista.

"Alexandre, só queria esclarecer uma coisa: não afirmei que você foi contratado. Só botei aspas na boca do Gusttavo Lima. Tenho provas de que falei com ele. Eu entendo sua situação, não tenho seu telefone, não tenho contato com você..."

"Gostaria de não ser interrompido", pediu Pires, retomando a fala. "Primeiro, se tiver a oportunidade de expor a minha versão acho que seria interessante. Aguardaria também da sua parte uma retratação formal em relação a essa nota que você postou hoje."

O cantor afirma que não foi procurado pelo jornalista antes da publicação da nota e ressaltou ter provas materiais para defender seu ponto de vista na polêmica com Gusttavo Lima.

Entenda a polêmica entre Gusttavo Lima e Alexandre Pires


Gusttavo e Alexandre trocaram alfinetadas em redes sociais após o sertanejo ter exigido mudar o horário de um show de Pires para que pudesse se apresentar com antecedência no último sábado, 5, em Santa Catarina.

O sambista afirmou que em "quase 30 anos de carreira", nunca passou "por uma situação tão desagradável, com tanto desrespeito". Gusttavo respondeu que "não adianta ter trinta anos de carreira e agir como se tivesse três meses." (leia mais aqui).

Assista ao vídeo da discussão entre Alexandre Pires e Leo Dias no Fofocalizando:

Clique aqui

Fonte: A Tarde

Artesã de Trancoso entrou com processo contra grife badalada mundialmente


Giovanna Ewbank, Lala Rudge, Margot Robbie, Bar Refaeli, Alessandra Ambrósio, Camila Queiroz, Irina Shayk, Cara Delevingne e Heidi Klum. Essas foram algumas das celebridades, nacionais e internacionais, que se renderam a um biquíni de crochê multicolorido - principalmente em 2015, quando a peça virou um must-have. Agora, o modelo voltou a render nas notícias, mas por um motivo bem diferente.

Quando bombou, o item era conhecido como uma criação da turca naturalizada americana Ipek Irgit. Batizado de Kiini, foi lançado pela gringa em 2013, com o valor de 285 dólares (R$ 1.112).

Várias famosas já usaram o biquíni

Em 2015, Ipek já tinha mais de 9 milhões de dólares (cerca de R$ 35,4 milhões) em vendas, segundo Sally Wu - uma 'amiga' da turca que, durante anos, ajudou a produzir a peça na China.

O Kiini virou tanto hit que foi copiado por várias marcas bombadas internacionalmente - como a Victoria's Secret. Ipek entrou na justiça contra a grife e, em 2017, chegaram a um acordo judicial. Depois, veio mais um processo federal, contra a gigante do varejo Neiman Marcus.

A Victoria's Secret chegou a fazer uma versão do modelo

Tudo na Bahia
Bom, eis que a história ganha um novo - e turbulento - capítulo. Em uma entrevista dada para o jornal The New York Times, Ipek confessou que tinha passado férias no Brasil, antes do lançamento do biquíni - incluindo uma passagem por Trancoso, no Extremo-Sul da Bahia.

Pois, na mesma localidade, mora a paulista Solange Ferrarini, de 61 anos. Em 1994, ela se mudou para lá, e, para sobreviver, começou a vender seus artesanatos. Em 1998, começou a comercializar, nas praias, um modelo de biquíni, feito de crochê e faixas elásticas.

Adivinha como é a peça de Solange? Exatamente: idêntica a de Ipek.

O biquíni que Solange vende há mais de 20 anos em Trancoso é igualzinho

Quase todos os dias, desde 1998, a paulista vai à praia de Trancoso, oferecer seu modelito. O preço aumenta um pouquinho a cada ano e, atualmente, está por R$ 500. O costume é tanto que ela já ficou até conhecida como 'a mulher dos biquínis' por lá.

Ok, então o que aconteceu? Segundo Sally, teria sido uma cópia descarada de Ipek. Quando a turca a contactou, em 2012, para pediu um favor para produzir a peça, já tinha vindo ao Brasil e comprado um biquíni aqui. E, de acordo com a entrevista de Sally ao The New York Times, Ipek teria a falado: "preciso descobrir como copiá-lo".

Giovanna Ewbank chegou a usar uma versão do biquíni na capa da revista Boa Forma

Ipek então enviou um e-mail à amiga, dia 28 de julho de 2012, com imagens do modelo em anexo e algumas especificações. Anos depois, na época do processo contra a Neiman Marcus, o relacionamento de trabalho entre as duas acabou.

Sally então encontrou um advogado, Jason Forge, que é casado com a dona da marca PilyQ. A grife vende também o tal biquíni de crochê, mas paga honorários a Solange. A mulher mostrou a ele o e-mail enviado por Ipek e, quando Jason ampliou as imagens... Lá estavam escritos o nome de Solange e "Trancoso-BA".

Camila Queiroz apareceu com o modelito na novela Verdades Secretas

O caso, agora, está na justiça dos Estados Unidos. "Ela confiou que a senhora Ferrarini não descobriria nada porque mora em um lugar distante e remoto, mas esse não é o mundo em que vivemos hoje", explicou a advogada Michelle Rutherford em entrevista ao Fantástico.

Segundo Michelle, o caso deve demorar seis meses. "Vamos pedir de US$ 3 a US$ 5 milhões. Esse é o nosso palpite com base nas vendas do Kiini", falou, ainda ao Fantástico.

Solange e seus biquínis: "Muito amor", postou, no Instagram
Fonte: Correio

Fachada do local, em vidro, amanheceu pichada com os dizeres 'lutaremos contra o fascismo no Brasil'


A embaixada do Brasil em Berlim amanheceu pichada neste sábado (5) com a frase “Lutaremos contra o fascismo no Brasil”. 

A fachada da embaixada, em vidro, foi pichada em letras garrafais, em branco, e também com listras vermelhas. Fotos da embaixada pichada estavam circulando em grupos de WhatsApp. 

No telefone de plantão da embaixada, o funcionário que atendeu não quis confirmar o ocorrido.


Fonte: Folha


O fornecimento de água foi suspenso temporariamente na Ilha de Itaparica, na região metropolitana de salvador, por causa de uma manutenção emergencial.

Segundo a Empresa de Águas Baianas e saneamento (Embasa), houve um vazamento em uma adutora localizada na BA-001, perto da ponte do Funil, e para fazer o reparo, foi necessário interromper o abastecimento na região.

Entre as localidades atingidas estão as sedes dos municípios de Itaparica e Vera Cruz. O serviço, conforme a Embasa, foi concluído às 14h, e o abastecimento já foi retomado. Segundo a empresa, o abastecimento de água está sendo regularizado, de forma gradativa, e tem previsão de plena normalização no prazo de 48 horas.

As áreas afetadas são: Itaparica, Vera Cruz, Aratuba, Barra do Gil, Barra do Pote, Barra Grande, Berlinque, Cacha Pregos, Campinas, Catu, Conceição, Coroa, Jiribatuba, Mar Grande, Ponta de Areia, Matarandiba, Penha, Ponta Grossa e Tairu.

Fonte G1 Bahia

Após dizer que menino veste azul e menina veste rosa, atual ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos criticou possibilidade de estudante se candidatar a vaga universitária longe de onde a família mora.


A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos se envolveu numa nova polêmica. Depois de dizer que menino veste azul e menina veste rosa, Damares Alves criticou a regra do Sisu que permite ao estudante se candidatar a vaga universitária longe de onde a família mora.

A ministra Damares Alves falou sobre o Enem e o Sisu durante uma entrevista na noite desta quinta-feira (3) à Globonews. Não foi a primeira vez. Na terça-feira (1º), quando assumiu o cargo, Damares já tinha criticado a possibilidade de estudantes que fazem o Enem irem para universidades fora dos estados onde moram; porque ficam longe da família, segundo ela.

Na entrevista, Damares reafirmou seu entendimento: “O menino lá do Rio Grande do Sul faz o Enem, ele passa no vestibular para medicina lá no Amapá, que é o grande sonho dele e da família. Esse menino é tirado do contexto. Às vezes tem apenas 16 anos. Será que nós não poderíamos estar começando a pensar em políticas públicas, que este menino ficasse um pouco mais próximo da família? 'Ah, mas em outros países acontece'. Mas nos outros países o papai tem dinheiro para ir lá na universidade visitar de vez em quando o filho”.

O Sistema de Seleção Unificada do Ministério da Educação, o Sisu, permite que estudantes aproveitem a nota do Enem para estudar em universidades de todo o país e não somente onde eles fizeram a prova.

Ainda na entrevista à Globonews, Damares Alves foi questionada se é papel do governo tratar de questões familiares, pessoais. Ela voltou a defender a atuação do Estado para fortalecer a união familiar: “O Estado não pode se omitir com relação ao enfraquecimento dos vínculos familiares. Nós estamos vindo com essa proposta. Sem interferência do Estado, mas o Estado podendo proporcionar políticas públicas de fortalecimento dos vínculos. E se o governo Bolsonaro se propõe a fazer isso, eu acredito que ele está no caminho certo, porque os modelos anteriores não estavam dando muito certo”.

Ao ser confrontada, na entrevista, sobre como seria possível fazer isso, a ministra não apontou nenhuma medida concreta. Disse que não era uma crítica ao Enem, e sim, uma ideologia de proteção à família. O ministério de Damares não cuida do Enem. É uma atribuição do Ministério da Educação.

A assessoria do ministro da Educação, Ricardo Velez Rodrigues, informou que "não cabe ao MEC comentar falas de ministros de outras pastas do governo".

Em 2017, 10% do total de matriculados em instituições federais, mais de 31 mil alunos, estudavam fora dos seus estados de origem.

Sair de casa atrás do sonho da universidade é uma realidade, não só no Brasil, mas em vários países. Nos Estados Unidos, é comum e até estimulado que os adolescentes estudem em outros estados, mesmo que isso custe mais caro.

A Doralice veio de São Paulo para estudar na Universidade de Brasília. Está cursando ciências sociais na UnB por meio do Sisu, usando a nota do Enem. É a primeira da família a entrar numa universidade.

Doralice diz que, longe de casa, está amadurecendo: “Você está longe da família, você precisa... Você tem uma liberdade muito grande, mas que demanda muita responsabilidade também. Você é responsável por si. Então, isso é um crescimento. Acho que é uma experiência única na vida de um estudante”.

Cleyton Gontijo, professor da Universidade de Brasília, criticou as declarações da ministra. Ele diz que Damares está questionando o direito de fazer escolhas individuais e reforçou que a fase acadêmica é o início da vida adulta.

“Eu acredito que foge um pouco desse discurso do que a gente pretende que é, de fato, do desenvolvimento. É o desenvolvimento pessoal, acadêmico, profissional. Do amadurecimento para a vida e para toda a sua realidade. Os vínculos com a família são extremamente importantes, mas hoje a família pode estar próxima do estudante, acompanhá-lo no seu dia a dia, necessariamente sem estar fisicamente ao lado. A fala da ministra, ao meu ver, pra se traduzir de maneira prática, seria apenas cerceando o direito de escolhas, reduzindo aquilo que hoje o Sisu já permite, que é escolher uma universidade fora da região onde o estudante resida. Ou seja, em qualquer lugar do Brasil”, afirma.

O pesquisador de educação Cláudio de Moura Castro também criticou. Disse que é preciso ter dados, estudos concretos, para afirmar que estudar longe de casa é um problema: “Isso é visto como uma forma de amadurecer, de ganhar responsabilidade, de desmamar da mãe, que fica aí levando bolinhos, levando isso, levando aquilo. É uma maneira de ganhar voo próprio. Se ela diz que muitos estão tendo problema, muitos são três? São mil, são 10 mil, são 50 mil? Se são três, esquece o problema. Se são mil, quem sabe? Se são 50 mil, nós temos um problema. Mas sem conhecer esses números não há como dizer se nós estamos diante de um problema que requer alguma atenção”.

Fonte: G1

'Vocês condenam as pessoas dessa forma sempre?', questiona jornalista


A jornalista Cris Dias está passando férias na Jamaica. Em um momento de descontração, decidiu publicar nas redes sociais uma foto em que aparece em uma plantação de cannabis, a folha da maconha. Imediatamente, alguns seguidores a atacaram.

“Apologia às drogas”, “Deixando de te seguir” e “Demissão já” foram alguns dos comentários. A apresentadora da TV Globo apagou a foto original, colorida, e republicou a imagem em preto e branco.

“Vocês julgam e condenam as pessoas dessa forma sempre? Fui atacada a ponto de ter que deletar a foto, tamanha a quantidade de ofensas que recebi. E pelo que mesmo? Por ter ido numa plantação?”, questionou Cris Dias

No perfil oficial dela no Instagram, a jornalista justificou a imagem em que aparece no meio da plantação da folha da cannabis. “Visitei uma plantação de cannabis na Jamaica sim, onde a erva é usada para fins religiosos. Qual o problema? Gosto de viajar e conhecer os lugares e a cultura deles”, escreveu.

Cris Dias também explicou que a folha de cannabis é utilizada para outros fins. “Plantação essa que, se bem utilizada, vira roupa, remédio e uma série de outros produtos. Procurem saber. Quem corrompe a natureza é o ser humano. O preconceito e a ignorância está na mente de vocês. E triste mesmo é ser assim”, concluiu, desejando um feliz 2019 aos fãs.


De maneira emocionada, a futura ministra de Mulheres, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, detalha em entrevista ao UOL, e pela primeira vez, a série de estupros dos quais foi vítima quando era criança. Nas últimas semanas, a pastora evangélica e sergipana teve falas e propostas políticas altamente criticadas —uma delas, envolve uma extemporânea bolsa estupro, a ser concedida para mulheres que aceitassem ter o filho, fruto da violação.
No entanto, Damares achou por bem falar do que viveu porque eles explicam, em parte, sua escolha por dedicar boa parte de sua atuação como advogada na defesa de crianças violentadas e porque os episódios envolvendo o médium João de Deus trouxeram o assunto novamente à pauta.
Damares revela que foi violentada por dois pastores da igreja que ela e a família frequentavam. Aos 10 anos de idade, ela pensou em se matar e conta que subiu em uma goiabeira com veneno de rato dentro de um saquinho plástico. A explicação do que a fez desistir foi "ter visto Jesus".
"O primeiro abusador foi às vias de fato. Fui estuprada por dois anos. Ele dizia que eu era 'enxerida', que a culpa era minha e que, se falasse, meu pai morreria", diz a futura ministra. O segundo, que a machucou quatro vezes, em uma delas, ejaculou em seu rosto. "Falar sobre isso me dói, me expor custa demais, mas entendo que preciso passar a mensagem de que sobrevivi."
A senhora pode detalhar as violências pelas quais passou?
Fui abusada por dois religiosos. Da primeira vez, foi um missionário da igreja evangélica que frequentávamos na época, em Aracaju (SE). Ele foi enviado de uma outra igreja para a minha cidade e ficou hospedado na minha casa. Chamo ele de 'falso pastor' porque era um pedófilo fingindo ser pastor. Ele foi às vias de fato comigo. Eu falo abuso, mas foi estupro. Foram várias vezes em um período de dois anos. Começou quando eu tinha seis anos e a última vez que o vi estava com oito. Uma das cenas que lembro bem é: eu estava dormindo no meu quarto, que era ao lado do de meus pais. Estava sonhando que segurava uma coisa quente e, quando, abri os olhos, estava segurando o pênis desse homem. Senti pavor, medo e dor. Da primeira vez que me estuprou, ele me colocou no colo, olhou na minha cara e disse: 'Você é culpada, você me seduziu, você é enxerida'. Ele dizia que seu eu contasse para o meu pai, ele (o pastor) o mataria.
O segundo religioso fez a mesma coisa? 
Ele também frequentava nossa casa. Eu e tornei uma presa fácil porque depois do primeiro abuso tinha muito medo e achava que o primeiro tinha contado para o segundo. Ele não foi às vias de fato. Eu me recordo de quatro momentos. Passava a mão no meu corpo, me beijava na boca, me colocava no colo. Uma vez ejaculou no meu rosto.
Seus pais não sabiam? 
Já adulta soube que meus pais descobriram. Mas, na época, nada foi feito. E eu também não falava nada, porque tinha medo de que ele matasse meu pai (Damares se refere ao primeiro estuprador). Fiquei refém daquele predador. Acontece com a maioria das meninas abusadas: algumas não falam porque são ameaçadas, outras, porque têm medo da reação do pai e da mãe e há as que acham que ninguém vai acreditar, mas eu emitia muitos sinais. Infelizmente, ninguém notou.
Que sinais eram esses? 
Eu me tornei uma menina triste. Antes dos abusos eu sentava no primeiro banco da igreja, cantava feliz, dançava. Depois, não cantava do mesmo jeito, não dançava. Virei uma criança retraída. Tinha pesadelos e gritava à noite. Eu tinha dois ambientes de proteção: a família e a igreja. O terceiro devia ser a escola, mas quando cheguei nela já estava destruída. Acharam que eu era assim, e fui tratada como uma menina tímida. Os três ambientes falharam comigo. Eu não podia falar, o silêncio foi imposto. Passei por um duplo abuso e quero que você escreva sobre isso: depois que ele machucou meu corpo, saciou todas as lascívias, olhou na minha cara e disse: "Você é culpada". Eu era uma criança cristã, achei que fosse para o céu, e ele sepultou meu sonho, porque achei que era pecadora. Ele não tinha direito de machucar meu corpo e nem o direito de arrancar meu sonho [com a voz embargada]. É uma dor profunda.
Dói até hoje? 
Sim. Uma menina abusada é uma mulher destruída. Falar sobre isso me dói, me expor custa demais, mas entendo que preciso passar a mensagem de que sobrevivi. O objetivo de contar minha história é porque sei que milhões de meninas e meninos têm essa dor profunda. Vou lembrar sempre do que aconteceu.
Por que diz que a família e a igreja falharam? 
Quando meus pais descobriram, foram conversar com religiosos da igreja e tiveram a orientação de não falar comigo, mas de orar. Naquela época não se falava de sexo com filhos, minha mãe nunca falou de menstruação. Trocaria anos de oração por um abraço ou uma conversa quando ela descobriu. Os pais precisam fazer isso: ler os sinais, prestar atenção nos filhos, perguntar se a criança quer contar alguma coisa, perguntar se alguém fez um carinho esquisito. Se alguém tivesse me dito para gritar, eu teria gritado.
Como soube que seus pais descobriram o que aconteceu? 
Aos 24 anos, vi em um jornal que um pastor foi preso por abusar de uma criança. Identifiquei o homem, era o mesmo que tinha abusado de mim. A foto me incomodou muito. Fui para o quarto chorando. Minha mãe disse que sabia porque eu chorava, que era por causa do homem que estava no jornal. Não sei exatamente, eles devem ter flagrado ou eu devo ter dito algo enquanto estava sonhando. Eles descobriram, foram falar com ele, e ele fugiu. Fiz uma cobrança de memória e lembrei que ele, de fato, sumiu da nossa vida.
Depois dos estupros, a senhora disse que tentou se matar. O que aconteceu? 
Era tanta dor e sofrimento que resolvi interromper minha vida. Peguei veneno de rato e subi no pé de goiaba, onde ia para chorar. Ia lá para não ser vista. Quando subi com o veneno, vi meu amigo imaginário, o personagem que é Jesus, de barba, roupa branca. O saquinho caiu da minha mão e desisti. Estão me ridicularizando por ter falado isso, mas se vocês não acreditam, o problema é de vocês. Tem criança que vê duende, que fala com fadas. Eu vi Jesus. Percebo que há uma discriminação religiosa sórdida que está banalizando o sofrimento de uma criança.
A senhora fala da escola como um lugar que poderia tê-la protegido, mas falhou. Aulas de educação sexual, no seu caso e no de milhões de crianças poderiam ajudar, correto (no mês passado, o presidente eleito Jair Bolsonaro disse que "quem ensina sexo é papai e mamãe e ponto final")?
Sim. Sou a favor da educação sexual. Vou conversar com o Ministério da Educação sobre isso. A escola vai ter que ter um papel importante para combater abusos contra crianças. A primeira ideia é capacitar professores para identificar violências contra os alunos, mas é preciso respeitar as especificidades de cada idade. E a família deve ser ouvida e consultada. Se a família não quiser que o filho aprenda sobre o assunto, vai ser responsabilizada por isso.
Mas não é perigoso deixar essa decisão final na mão da família sendo que em 65% dos casos os abusadores de crianças fazem parte do grupo familiar?
A escola tem o caminho para saber se a família é um lugar de proteção. Teria de ser analisado, mas, repito, a família tem que ser ouvida e consultada.


Na cidade de Cícero Dantas, região semiárida do estado, uma mulher foi condenada a pagar R$ 1,5 mil por danos morais, após ter feito uma série de xingamentos a outra mulher no WhatsApp e Facebook. De acordo com a decisão, a acusada fez publicações onde o objetivo era atacar a honra da vítima tanto em mensagens privadas quanto em grupos. 

"Cara de maracujá", "marmita de homem casado" "cara cheia de rugas", "alivia macho" e "velha safada" foram alguns dos insultos usados para atingir a vítima nas duas redes sociais. Para a condenação foi levado em conta o fato das ofensas terem sido publicadas para terceiros. Ou seja, outros indivíduos tiveram acesso ao conteúdo da mensagem em um grupo. 

Além do sofrimento da vítima, a condição econômica do causador do dano e o caráter punitivo e educativo da decisão. O documento ainda destaca que a livre manifestação do pensamento não é princípio absoluto, considerando que este deve ser observado e compatibilizado com outros direitos fundamentais previstos na Constituição, tais como o direito à honra, imagem e dignidade. (BN)

Alexandre de Jesus e Danielle Cavalcanti irão responder por lesão corporal

Mais de oitenta famílias do local onde o menino de Feira de Santana (BA) foi agredido pelo casal querem impedir que Alexandre de Jesus e Danielle Cavalcanti entrem novamente no condomínio. Os dois foram flagrados no dia 9 de novembro agredindo uma criança de seis anos após terem achado que o filho teria apanhado. O caso aconteceu em um condomínio de luxo em Brasília (DF), onde a vítima passava férias na casa da tia.


Nas imagens registradas pela câmera de segurança, é possível ver que o filho do casal apenas tropeça na bola e cai com o rosto no chão. Ele é socorrido por outras crianças. Em seguida, o pai do menino retorna a quadra e segura os braços da criança baiana para que o filho pudesse agredi-lo no rosto.

Em seguida, a mãe também aparece no local, empurra e dá um tapa na vítima. A agressão é tão forte que o menino cai no chão. O casal não mora no condomínio e estava apenas visitando a avó da criança, o que costumavam fazer toda semana.

De acordo com informações da polícia civil do Distrito Federal, a o casal irá responder por lesão corporal, com pena prevista de três meses a um ano de prisão. "Há ainda a possibilidade de eles responderem pelo crime de ameaça e por terem submetido o próprio filho a um constrangimento, crime este previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente", disse a corporação ao G1.

Veja o vídeo do momento:




Em nota enviada ao G1, o advogado do casal, Rafael Pitzer, afirmou que o Alexandre e Danielle estão “extremamente arrependidos da fatalidade" e que foram "tomados por violenta emoção após presenciarem o filho com o rosto deformado, boca e lábios sangrando muito”.

Ainda segundo o comunicado, foi dito ao casal por outras testemunhas que o filho teria sido agredido por outra criança e que o menino não conseguia falar devido aos ferimentos. Este seria o motivo deles terem agido por 'violenta emoção'.

O advogado disse ainda que o casal está cooperando para dar um desfecho justo para o caso."Nesse sentido, se houver o indiciamento, farão as defesas pertinentes perante o Poder Judiciário, tendo (o casal) o direito ao devido processo legal".

*ibahia

Recentemente Ludmilla se tornou a artista negra brasileira de maior projeção no Instagram, com 12,3 milhões de seguidores


Danada que só ela, a cria de Duque de Caxias, cidade da Baixada Fluminense, chegou chegando e vem emplacando um sucesso atrás do outro, há seis anos. Dos tempos de MC Beyoncé — quando, ainda adolescente e metida num figurino largadão, foi alçada à fama usando sua voz estridente para afrontar os invejosos — até agora — com uma proposta musical bem mais picante e visual sexy —, Ludmilla cresceu e apareceu. Tanto que fecha 2018 com mais cinco hits na conta: “Din din din”, “Solta a batida”, “Não encosta”, “Jogando sujo” e “Clichê” (esta, em parceria com Felipe Araújo, é tema do casal protagonista de “O sétimo guardião”, da Globo). Como se não bastasse, já é considerada a artista negra brasileira de maior projeção no Instagram, com 12,3 milhões de seguidores.

— É uma responsabilidade enorme! Imagina milhões de pessoas te acompanhando todo dia... Mas fico muito feliz de ser referência para as meninas e mulheres negras do meu país. Quando eu comecei, não tinha em quem me espelhar. Seguia a minha intuição e pesquisava o que estava rolando de legal no exterior. Foi assim que Beyoncé entrou na minha vida. Eu queria cantar meu funk provocativo, mudar de cabelo e usar maquiagem ousada, mas não via nenhuma brasileira famosa assim, que me representasse — relembra a cantora e compositora, de 23 anos: — Agora, eu me sinto um pouco na pele da minha “ídola”, minha inspiração maior. Gosto de postar fotos e escrever coisas positivas porque sei que tem gente que precisa desses incentivos.

Longe de acabar com o preconceito racial de que constantemente se vê alvo, a artista acredita que o reconhecimento só tem mascarado situações adversas como essa:

— As pessoas não têm coragem de falar as barbaridades na minha cara, mas, para quem sabe ler, um pingo é letra. Os ataques diretos, geralmente, acontecem pela internet. A situação de racismo mais recente e bizarra por que passei foi daquele apresentador que me chamou de macaca em rede nacional (Marcão do Povo, então comentarista do “Balanço geral Brasília”, foi demitido da Rede Record depois do episódio, ocorrido em 9 de janeiro do ano passado). Até hoje, o processo está rolando e não aconteceu nada com ele!


Cada vez mais segura de si, a rainha das perucas de cores e tamanhos variados — e dona de uma linha de cabeleiras postiças, a Lud Hair Boutique — resolveu assumir em público, este ano, os fios ao natural, em meio a um processo de transição capilar.

— Na verdade, eu fiz merda no meu cabelo e tive que recomeçar. Passei um creme que não era hidratante, mas alisante, sem perceber. Minha sorte é que sou preguiçosa e não apliquei em mecha por mecha, como tinha que ser. Quando tirei, os fios já tinham ficado meio esticados. Retomei o tratamento, e agora ele está bem cacheadão. Estou só esperando o contrato com uma marca de cabelo ser fechado para usá-lo sempre assim, ao natural — explica, lembrando que, em outros tempos, chegou a ser barrada em campanhas publicitárias, pasmem!, por ser negra: — Mas o que me impulsiona é isso: quando me fecham uma porta, eu me sinto desafiada. Aí trabalho em triplo e consigo algo muito melhor.

*ibahia


Um professor foi preso em flagrante por ato libidinoso após trocar mensagens de cunho pornográfico com um aluno de 13 anos. De acordo com a polícia civil, o suspeito estava pedindo vídeos íntimos do adolescente em troca de boas notas. O caso aconteceu nesta segunda-feira (10), em São Sebastião da Bela Vista (MG). As informações são do G1 Sul do Minas. 

O professor de português e inglês tinha 33 anos e pertencia ao quadro docente da Escola Estadual Coronel Gabriel Capistrano há mais de 10 anos. Ele foi preso após a mãe flagrar uma conversa de cunho pornográfico dele com o filho através do WhatsApp. 

 "Suspeitaram que poderia haver algo de errado entre ele e o professor, então passaram a monitorar o celular da criança e encontraram algumas mensagens de cunho pornográfico", contou o sargento da Polícia Militar, Diego Fernando Pereira, ao G1. Na conversa, o suspeito pede para para o menor ir até a casa dele, já que a esposa iria viajar. 

Ainda segundo a polícia, eles trocavam mensagens há pelo menos um ano e no celular do professor não foi encontrado nenhum vídeo do adolescente, mas uma perícia será realizada no aparelho para verificar se há conteúdo dele e de outros menos possivelmente envolvidos. 

Após a prisão, pelo quatro outras crianças fizeram denúncia no Conselho Tutelar da cidade. "Nessa conversa tinha várias insinuações do professor, inclusive para que a criança se masturbasse para ele. Com base nisso, ele foi conduzido para a delegacia, foi preso por ato libidinoso na forma tentada", afirmou o delegado do caso, Renato Gavião, ao G1. (Ibahia)


Filho do presidente eleito foi colocado no centro das denúncias


O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou neste sábado (08) que advogados dos parlamentares fluminenses presos vazaram informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre a movimentação atípica de R$ 1,23 milhão, entre 1º de janeiro de 2016 e 31 de janeiro de 2017, de Fabrício Queiroz, ex-funcionário do gabinete de seu filho, o deputado estadual e senador eleito, Flávio Bolsonaro, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). As informações foram divulgadas essa semana pelo jornal Estado de S. Paulo e incluem depósitos na conta de sua mulher, Michelle Bolsonaro que o presidente justificou como pagamento de um empréstimo. 
"Pente fino do Coaf foi feito no início do ano. Foram advogados que vazaram isso agora para tentar desviar o foco da atenção, deles para o meu filho", acusou. 
Bolsonaro disse que o dinheiro na conta de sua mulher foi feito em pagamento ao empréstimo feito ao ex-funcionário e que não depositou na própria conta porque não costuma ir a banco. "Foi na (conta) da minha esposa, pode considerar na minha. Só não foi na minha por uma questão de mobilidade", disse Bolsonaro. "Ninguém recebe ou dá dinheiro sujo com cheque nominal", completou, reafirmando ter recebido dez cheques de R$ 4 mil. 
O presidente eleito declarou que ainda não conversou nem com o filho nem com Queiroz sobre o caso, mas afirmou que Flávio não está sendo investigado e que o Coaf fez apuração de todos os funcionários da Alerj. Ele confirmou não ter declarado o empréstimo ao Imposto de Renda (IR) porque foram se avolumando.
"Se errei, arco com minhas responsabilidades com o fisco", disse "O próprio Coaf diz que movimentação atípica não é afirmação de que haja irregularidades".
*Correio

Inquérito deve ser concluído pela Delegacia de Investigações sobre o Meio Ambiente na próxima semana para então ser encaminhado à Justiça


Polícia Civil de São Paulo já ouviu mais de 20 pessoas no inquérito que apura a morte da cadela Manchinha em uma loja do Carrefour de Osasco, na Grande São Paulo. O segurança terceirizado responsabilizado pelas agressões também já prestou depoimento.

Segundo a Secretaria de Segurança, o suspeito disse que não teve a intenção de atingir a cadela com uma barra de alumínio. Em nota, a pasta informou que, conforme o apurado até o momento, “o Carrefour não prestou socorro ao animal, tendo apenas acionado o Centro de Zoonoses”.

O funcionário disse ainda que superiores pediram que ele retirasse o animal de dentro da loja. Como Manchinha não quis sair e começou a rosnar, ele usou a barrar para bater no chão e assustá-la. Ele só teria percebido que o cão estava ferido, quando ele voltou à loja sangrando.

Funcionários da prefeitura levaram o animal para o atendimento de emergência, mas ele não resistiu. Como o órgão municipal tinha sido informado que se tratava de um atropelamento, cremou o corpo, como normalmente faz nesses casos.

A captura de Marchinha, feira com um enforcador, também foi questionada por protetores dos animais e ativistas. A administração do supermercado informou que a cadela chegou a desfalecer durante a captura.

O inquérito deve ser concluído pela Delegacia de Investigações sobre o Meio Ambiente na próxima semana para então ser encaminhado à Justiça.

*noticiasaominuto

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