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Nos últimos quatro anos, os casos de sífilis aumentaram em mais de 135% no estado, de acordo com dados são da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), segundo informações da TV Bahia.

Mais de 50% dos casos foram homens jovens com idades entre 20 e 29 anos.

A principal forma de transmissão da sífilis é manter relação sexual sem preservativo. Essa forma de contágio, chamada de sífilis adquirida, cresceu em 135,75%.

No ano passado, foram 8.124 pessoas diagnosticadas com a doença por este meio. Em 2014, eram 3.446 casos.

O contágio da doença também pode ser por transfusão ou contato direto com sangue contaminado. Também ocorre a sífilis congênita, da mãe para o feto. Esses casos tiveram aumento de 145,41%, um número de mais de 15 mil registros nos últimos seis anos.

Se não for tratada precocemente, a sífilis pode comprometer vários órgãos como o cérebro, coração, olhos, pele e ossos. No caso de grávidas, a doença pode causar complicações como parto prematuro e até mesmo provocar a morte do bebê. (Metro1)




O Novo Código de Ética Médica entra em vigor nesta terça-feira (30/4) em todo o país. O documento, composto por 26 princípios listados como fundamentais para o exercício da medicina, prevê pontos como respeito à autonomia do paciente, inclusive aqueles em fase terminal; preservação do sigilo profissional; direito de exercer a profissão de acordo com a consciência; e possibilidade de recusa de atender em locais com condições precárias.

“Trata-se da versão atualizada de um conjunto de princípios que estabelece os limites, os compromissos e os direitos assumidos pelos médicos no exercício da profissão”, explicou o Conselho Federal de Medicina (CFM).

Confira, abaixo, as principais diretrizes que compõem o novo código.

Novidades

Entre as novidades do novo código de ética está o respeito ao médico com deficiência ou doença crônica, assegurando ao profissional o direito de exercer as atividades nos limites de sua capacidade e sem colocar em risco a vida e a saúde de seus pacientes.

Telemedicina

O uso de mídias sociais pelos médicos será regulado por meio de resoluções específicas, o que valerá também para a oferta de serviços médicos a distância mediados por tecnologia. O novo código, portanto, transfere a regulação da chamada telemedicina para resoluções avulsas, passíveis de frequentes atualizações.

Pesquisas

No âmbito das pesquisas em medicina, o novo código prevê a criação de normas de proteção de participantes considerados vulneráveis, como menores de idade e pessoas com deficiência física ou intelectual. Quando houver situação de diminuição da capacidade do paciente de discernir, além do consentimento de seu representante legal, será necessário seu assentimento livre e esclarecido na medida de sua compreensão.

Placebo

Ainda no âmbito das pesquisas, o novo código permite os chamados placebos [substância sem propriedades farmacológicas] de mascaramento, mantendo a vedação ao uso de placebo isolado – quando não é usada nenhuma medicação eficaz. De acordo com o texto, fica vedado ao médico manter vínculo de qualquer natureza com pesquisas médicas em seres humanos que usem placebo de maneira isolada em experimentos, quando houver método profilático ou terapêutico eficaz.

Prontuário

As novas regras também autorizam o médico, quando requisitado judicialmente, a encaminhar cópias do prontuário de pacientes sob sua guarda diretamente ao juízo requisitante. No código anterior, o documento só poderia ser disponibilizado a um perito médico nomeado pelo juiz em questão.

Autonomia

Entre as diretrizes mantidas estão a consideração à autonomia do paciente, a preservação do sigilo médico-paciente e a proteção contra conflitos de interesse na atividade médica, de pesquisa e docência. Fica vedado ao médico desrespeitar o direito do paciente ou de seu representante legal de decidir livremente sobre a execução de práticas diagnósticas ou terapêuticas, salvo em caso de risco iminente de morte.

Dignidade

Em caso de situação clínica irreversível e terminal, o novo código estabelece que o médico evite a realização de procedimentos diagnósticos e terapêuticos considerados desnecessários e propicie aos pacientes sob sua atenção todos os cuidados paliativos apropriados.

Ato Médico

O código assegura a proibição à cobrança de honorários de pacientes assistidos em instituições que se destinam à prestação de serviços públicos; e reforça a necessidade de o médico denunciar aos conselhos regionais instituições públicas ou privadas que não ofereçam condições adequadas para o exercício profissional. (AgênciaBrasil)




A Bahia registrou uma morte em decorrência do vírus Influenza A H1N1. O registro é o primeiro do ano no estado. A informação foi divulgada em boletim pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) nesta quinta-feira (29). A vítima morreu em Salvador, mas não há detalhes sobre ela. O estado tem, no total, três ocorrências de Influenza, sendo uma do tipo A H1N1 e duas por Influenza B. A Sesab não detalhou se a vítima está incluída nesses três casos. Os dados são até a semana epidemiológica 15, que foi até o dia 13 deste mês. No mesmo período de 2018, a Sesab havia notificado 93 casos de H1N1, com 15 mortes.
Vacinação

A campanha de vacinação contra a gripe começou no dia 15 de abril e segue até o dia 31 de maio. Na Bahia, a procura para fazer a imunização é baixa: menos de 6% do público-alvo foi vacinado. O público alvo da vacinação são os idosos, crianças entre 6 meses e 6 anos, gestantes, mulheres que tiveram bebê nos últimos 45 dias, trabalhadores de saúde do serviço público e privado e povos indígenas. Além deles, os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade que estão sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional também fazem parte do público alvo. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), em Salvador, 600 mil pessoas fazem parte do grupo que deveria se vacinar, mas somente 15% fez a imunização: um total de 88 mil pessoas. A maioria dessas pessoas são idosos, sendo que até esta quinta 29 mil foram imunizados em Salvador. (G1/Ba)




A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe entra em nova etapa nesta segunda-feira (22/4) em todo o país. A primeira fase, que teve início em 10 de abril, vacinou crianças, gestantes e puérperas. A partir da próxima segunda-feira (29/4), o Ministério da Saúde abrirá ao restante do público-alvo.

A partir desta segunda, também podem receber a vacina trabalhadores da saúde, povos indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

De acordo com o ministério, 41,8 mil postos de vacinação estão à disposição da população. Além disso, 196,5 mil profissionais estão envolvidos, com a utilização de 21,5 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.

A doença

A influenza é uma doença sazonal, mais comum no inverno, que causa epidemias anuais, sendo que há anos com maior ou menor intensidade de circulação desse tipo de vírus e, consequentemente, maior ou menor número de casos e mortes.

No Brasil, devido a diferenças climáticas e geográficas, podem ocorrer diferentes intensidades de sazonalidade da influenza e em diferentes períodos nas unidades federadas. No caso específico do Amazonas, a circulação, de acordo com o ministério, segue o período sazonal da doença potencializado pelas chuvas e enchentes e consequente aglomeração de pessoas.

Até o fim de março, antes do lançamento da campanha, foram registrados 255 casos de influenza em todo o país, com 55 mortes. Até o momento, o subtipo predominante no país é influenza A H1N1, com 162 casos e 41 óbitos. O Amazonas foi o estado com mais casos registrados: 118 casos e 33 mortes. Por isso, a campanha foi antecipada no estado. (AgênciaBrasil)



Uma doença denominada de “mão-pé-boca” acometeu pelo menos 50 crianças em Salvador e no Recôncavo baiano. Segundo o G1, a enfermidade já é tratada pela Secretaria de Saúde da cidade de Nazaré como surto. A doença causa aftas, febre e coceira na pele. O público mais afetado são as crianças.

Ouvida pela reportagem, a médica Rita Mira informou que os casos aparecem mais no inverno, por causa das chuvas e do frio, quando as crianças ficam mais próximas uma da outra. Apesar da quantidade de casos, e dos sintomas, a médica declarou que a doença é benigna, sem gravidade. Em Nazaré, 26 casos da doença já foram registrados em vários bairros. Na capital baiana, uma média de cinco crianças são registradas por dia na pediatria do Hospital Santa Izabel. (BN)



A possibilidade do vírus Chikungunya se tornar silvestre, assim como a febre amarela, tem preocupado cientistas. Caso o vírus se instale nas florestas, especialistas afirmam que se tornaria impossível de erradicá-lo, pois, diferente da febre amarela, não existe vacina contra ele.
Segundo O Globo, o alerta foi feito pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e pelo Instituto Pasteur, autores de uma pesquisa sobre o tema publicada nesta quinta-feira (4), na revista científica “Plos Neglected Tropical Diseases”.

“Mais do que nunca, vigilância sanitária é crucial, e ela também precisa ser feita nas matas, com mosquitos e macacos”, defendeu Ricardo Lourenço, chefe do Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários do IOC.

Assim como a febre amarela, a Chikungunya é causada por um vírus de origem africana, e desembarcou no Brasil como uma doença humana. A forma urbana de ambas as febres é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

O estudo da Fiocruz constatou que duas espécies de mosquitos silvestres comuns no estado do Rio de Janeiro são capazes de transmitir o Chikungunya. “Existe a forte possibilidade de que os mosquitos silvestres já estejam infectados. É um grave problema de saúde pública, pois vai dificultar ainda mais o combate à doença”, alertou Lourenço. (Bahia Noticias)




O professor Robert Read da Universidade Hospital Southampton, no Reino Unido, afirma “que as novas gotas podem ser uma forma tremendamente eficaz de proteger o organismo contra várias doenças contraídas através das vias nasais”. Uma equipe de médicos britânicos desenvolveu em laboratório um tipo único e revolucionário de gotas para o nariz capazes de protegerem contra a gripe.

Apenas algumas gotas em cada narina têm o potencial de prevenir a infecção por doenças como a meningite, pneumonia e otite.
Neste momento os pesquisadores estão já realizando testes num grupo de voluntários humanos, e espera-se a realização de experiências posteriores ainda neste ano de 2019 e no próximo.

Até ao momento foi validade a capacidade do spray nasal de prevenir todas as patologias citadas. O professor Robert Read alterou geneticamente um tipo de bactéria ‘amigável’ de forma a ser ingerida pelo nariz e pela garganta. Modificando as bactérias de várias formas altera por sua vez o tipo de infecções que conseguem combater.

Revolução

O novo tratamento tem como objetivo prevenir que a bactéria consiga entrar na corrente sanguínea. As vacinas atuais contra a gripe não são sempre eficazes já que a estirpe do vírus pode não ser idêntico ao que foi incluído na vacina original.

Já o novo spray nasal promete proteger contra todas as estirpes possíveis desse vírus. Os cientistas estimam que as gotas terão que ser administradas sempre entre seis a 18 meses de modo a garantir que as bactérias continuem a proteger o organismo.

O professor Read afirma: “Estas gotas podem realmente ser uma forma eficaz de proteger contra inúmeras doenças que podem ser contraídas através da respiração”. (Noticias ao Minuto)




O Ministério da Saúde liberou R$ 3,6 milhões para reestruturação dos Hospitais Universitários Federais da Bahia, dos quais R$ 2,8 milhões são destinados ao custeio e R$ 809,3 mil a investimentos.

De acordo com portaria publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (4), o Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (Hupes) foi beneficiado com investimento de R$ 515.923,56 e a Maternidade Climério de Oliveira recebeu R$ 293.386,36. No total, a pasta liberou aproximadamente R$ 22,9 milhões para investimento em 48 unidades de todo o país.

Também nesta quinta, o ministério publicou a liberação de recursos para custeio das unidades, no total de R$ 79,6 milhões. O Hupes foi beneficiado com R$ 1.789.869,24 e a Maternidade Climério de Oliveira recebeu R$ 1.017.831,45.

O recurso orçamentário e financeiro é correspondente ao Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf) e será liberado mediante a comprovação da liquidação dos empenhos emitidos à conta dos créditos descentralizados, de forma a não comprometer o fluxo de caixa do Fundo Nacional de Saúde. (BN)



A 21ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza (gripe) vai acontecer entre os dias 15 do próximo mês e 31 de maio. O dia 4 de maio será o dia de mobilização nacional. Serão distribuídas aproximadamente 4 milhões de doses de vacinas na Bahia pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab).

Além de indivíduos com 60 anos ou mais de idade, serão vacinadas as crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 6 anos de idade, as gestantes e as puérperas (até 45 dias após o parto), os trabalhadores da saúde, professores, povos indígenas, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional. (Metro 1)




Segundo dados do Ministério da Saúde divulgados hoje (25), os casos de dengue no Brasil em 2019 cresceram 224%. O balanço foi feito entre dezembro de 2018 e março de 2019.

Foram registrados 229.064 casos nas primeiras 11 semanas de 2019, enquanto que em 2018, no mesmo período, foram registrados 62,9 mil casos.

Também houve um aumento de 67% no número de mortes pela doença passando de 37 para 62 mortes em comparação com 2018. (Metro1)




A 21ª Campanha Nacional de Vacinação contra o vírus Influenza (gripe) na Bahia acontecerá entre 15 de abril e 31 de maio deste ano.

Fazem parte do grupo de prioridade, adultos a partir de 60 anos, crianças entre 6 meses e 6 anos de idade, gestantes, puérperas (mulheres no período de até 45 dias pós parto), portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, profissionais da área de saúde, professores, povos indígenas, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

Segundo o médico infectologista da UPA de São Caetano, a Influenza é uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório e é altamente transmissível. A doença pode evoluir para complicações graves e óbito.

Cerca de quatro milhões de doses da vacina serão destinadas ao estado, segundo a Secretaria de Comunicação do Estado (Secom). Também serão disponibilizadas outras vacinas do calendário vacinal para regularização da Caderneta de Vacinação da criança e gestante. (Aratu)



Um levantamento feito pela prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, registrou 120 casos confirmados de dengue no mês passado. O índice de infestação do município supera 4%, sendo que o Ministério da Saúde considera 1% como aceitável.

Os dados foram coletados até o dia 27 de fevereiro. A prefeitura vistoriou cerca de 2.224 imóveis, registrando cerca de 180 amostras.

Em 2015, a cidade passou por uma epidemia da doença. O índice de infestação chegou a 3% e foram confirmados 358 casos. (Metro1)




Em um levantamento que levou em conta o período entre 2008 e 2018, o estado da Bahia configura-se como o sétimo estado brasileiro com mais casos registrados de meningite dos seus variados tipos.

De acordo com o Correio, baseando-se em dados do Ministério da Saúde, 11.531 pessoas foram diagnosticadas em solo baiano, o que equivale a três diagnósticos por dia. Ainda segundo o site, em 2019 até o mês de fevereiro, foram contabilizados três casos de meningite meningocócica que é causada pela bactéria Neisseria meningitidis, considerada o tipo mais grave da doença. (BN)



O Ministério da Saúde suspendeu temporariamente a distribuição de kits de autoteste de HIV no SUS devido à imprecisão de diagnóstico detectada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em dois lotes do produto - cada lote tem 4 mil testes, em média.

Por meio de nota, a Anvisa informou que prosseguirá com a investigação de amostras representativas de outros lotes dos kit de autoteste.

O teste funciona nos moldes de um teste de gravidez, mas, em vez de urina, o dispositivo deve ser colocado em contato com uma pequena quantidade de sangue. O resultado positivo ou negativo é manifestado por meio do surgimento de uma ou mais linhas de controle.

A maioria dos testes dos lotes com defeito havia ausência de linhas, o que impedia a interpretação dos resultados. (Metro1)



A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) alertou para o risco de ocorrências de doenças que podem ser prevenidas durante o Carnaval, como o sarampo, rubéola, influenza (gripes), meningite, coqueluche, entre outras. A Sesab afirma que uma unidade de saúde deve ser procurada caso apresente sinais e sintomas. Para os profissionais de saúde, está sendo divulgado um alerta epidemiológico, chamando atenção para a necessidade de serem intensificadas as ações de assistência e vigilância em saúde, e que seja desencadeada a notificação e investigação de casos suspeitos. É recomendada a lavagem das mãos várias vezes ao dia, principalmente antes de consumir algum alimento; evitar tocar a face com as mãos e proteger a tosse e o espirro com lenço descartável; utilizar lenço descartável para higiene nasal; cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir; evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca; higienizar as mãos após tossir ou espirrar; não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas; manter os ambientes bem ventilados; evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de influenza; evitar sair de casa em período de transmissão da doença; evitar aglomerações e ambientes fechados; adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.




Depois de mais de dois anos em queda, a dengue voltou a avançar no país. Dados de novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde apontam 54.777 casos prováveis da doença até o dia 2 de fevereiro, 149% a mais do que no mesmo período de 2018. Naquela época, foram registrados 21.992 casos. O avanço ocorre em quase todas as regiões do país, com exceção apenas do Centro-Oeste. Com 32 mil casos, o Sudeste responde por 60% das notificações. Ao todo, 15 estados tiveram crescimento nos casos de dengue em comparação ao ano passado. Lideram a lista de registros São Paulo, que já soma 17 mil casos, e Minas Gerais, com 12 mil. Também já foram registradas cinco mortes pela doença. Destas, duas ocorreram em Goiás. As demais ocorreram em São Paulo, Tocantins e Distrito Federal. A situação tem levado autoridades de saúde a aumentarem o alerta sobre o combate de focos do mosquito transmissor, o Aedes aegypti. O verão é considerado o período mais favorável à reprodução do mosquito. Entre as medidas recomendadas, estão manter tampados tonéis, caixas e barris de água, trocar água de vasos de plantas ao menos uma vez na semana, manter garrafas e latas de boca para baixo e manter pneus em locais cobertos. Os primeiros sinais do avanço da dengue já haviam sido registrados no ano passado, quando levantamentos apontaram aumento na infestação de Aedes aegypti. Com isso, o ano de 2018 também fechou com crescimento de 11% no total de casos da doença. O panorama interrompeu uma sequência de queda nos registros, a qual vinha sendo registrada desde 2016. Para especialistas, o aumento está ligado ao ciclo epidemiológico da dengue e ao avanço do vírus da dengue tipo 2. Desde 2014, os sorotipos mais prevalentes eram o 1 e o 3, o que indica a possibilidade de que mais pessoas estejam suscetíveis ao tipo 2. A evolução de uma nova infecção é mais grave em pessoas que já contraíram outros sorotipos da doença.

ZIKA E CHIKUNGUNYA

Na contramão dos casos de dengue, os registros de outras duas doenças transmitidas pelo Aedes têm tido queda no país. Neste ano, os casos de zika somam 630, redução de 19% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a chikungunya soma 4.149 registros, queda de 51%. Alguns estados, no entanto, apresentam cenário oposto, caso do Rio de Janeiro, com 2.198 casos até 2 de fevereiro deste ano, contra 1.182 no mesmo período do ano passado. (Noticias ao Minuto)




O número de casos de dengue cresceu na Bahia 301,4% neste ano, se comparado ao mesmo período (até o dia 16 de fevereiro) de 2018.

No ano passado, os dados registraram 3.725 ocorrências da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti em 123 municípios.

Feira de Santana, a 100 quilômetros de Salvador, tem a maior quantidade de casos, com 1.520 registros e quatro óbitos. (Metro1)




No dia 21 de fevereiro no HMA foi realizado o curso de atualização em Suporte Básico de Vida em Parada Cardiorrespiratória para a equipe de Enfermagem.

Os profissionais foram capacitados para o manejo adequado dos equipamentos (monitor e desfibrilador cardíaco) avaliação e conduta para o atendimento ao paciente grava O SAMU 192 de Amargosa e a Equipe do HMA estão sempre atentos e trabalhando juntos para que seja dado o atendimento de alta qualidade àqueles que necessitarem.

Vale ressaltar que essa atividade faz parte do cronograma de ações programadas para a permanente capacitação em serviço dos profissionais do município. (FMVale)



Três bombeiros que trabalharam no regaste e nas buscas por vítimas atingidas pelo mar de lama, decorrente do rompimento da barragem em Brumadinho (MG), foram diagnosticados com excesso de alumínio no sangue. Um quarto agente teve cobre detectado no exame.

As informações foram divulgadas em comunicado do governo de Minas Geral na noite de ontem (19).

Segundo o governo, "cabe esclarecer que a alteração nesse parâmetro não significa intoxicação aguda por esse metal e essas pessoas permanecem assintomáticas. É esperado que após a interrupção da exposição, os níveis de metal no organismo sejam normalizados".

O excesso de alumínio no organismo, segundo estudos recentes, mostra correlação com doenças com Alzheimer e alguns tipos de câncer, podendo haver ainda alterações crônicas de problemas intestinais e inchaço abdominal. (Metro1)




As notícias falsas, chamadas fake news, são empecilho para o aumento da cobertura vacinal do HPV, de acordo com o Ministério da Saúde. Para ampliar o número de adolescentes vacinados e esclarecer a importância da vacina, a pasta quer aproveitar o início das aulas nas escolas para conscientizar jovens e responsáveis. A recomendação é que eles estejam atentos à atualização da caderneta de vacinação. O problema das fake news não é apenas do Brasil. No início do mês, o Centro Internacional de Pesquisas sobre o Câncer (CIIC) vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgou um comunicado alertando para o problema e afirmando que a vacina é segura e indispensável para eliminar o câncer de colo do útero. O HPV é uma doença transmitida pelo papiloma, vírus humano que causa cânceres e verrugas genitais, atingindo meninos e meninas. A vacina só é administrada na adolescência, daí a importância da conscientização. “O reinício do período escolar é um momento importante para que pais e filhos fiquem atentos à atualização da caderneta de vacinação. A medida evita a ocorrência de doenças entre os adolescentes”, diz o ministério. A pasta esclarece que os falsos rumores são um dos fatores que impedem uma maior cobertura vacinal. Outro fator é que muitos acreditam que não precisam da vacina.

Cobertura
As doses da vacina são ofertadas pelo Ministério da Saúde, durante todo o ano, nas Unidades Básicas de Saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). A vacina é voltada para meninas com idade entre 9 e 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Eles devem tomar duas doses, com intervalo de seis meses entre elas. A meta do ministério é vacinar, com as duas doses, 80% dos adolescentes, tanto meninas quanto meninos. De acordo com a pasta, entre 2014 e 2018, foram vacinadas na faixa etária de 9 a 14 anos, 5,9 milhões de meninas com a segunda dose da vacina, o que representa 49,9% do público-alvo. Em relação à primeira dose, a cobertura vacinal nas meninas é de 70,3%. Já entre os meninos, a cobertura é de 20,1% do público-alvo.

Saúde na Escola
O levantamento Saúde Brasil 2018, do Ministério da Saúde, mostra que a infecção por HPV acomete pessoas de todas as condições sociais, sem distinção. A infecção é transmitida sexualmente ou por contato pele a pele. O levantamento aponta que a prevalência do HPV no Brasil foi de 53,6%, sendo o HPV de alto risco para o desenvolvimento de câncer presente em 35,2%. O estudo avaliou 7.693 pessoas sexualmente ativas entre 16 e 25 anos. O Programa Saúde na Escola (PSE), desenvolvido pelos Ministérios da Saúde e da Educação, é uma das iniciativas do governo para incentivar a vacinação dos estudantes. O prazo para os municípios aderirem ao programa vai até o dia 28 deste mês. (Bocão News)

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