Há dois anos, o mundo lamentava a tragédia com o avião da Chapecoense em que 71 dos 77 tripulantes morreram após uma pane seca, quando a delegação ia para a Colômbia disputar a decisão da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional. O tempo passou e as famílias ainda lutam na Justiça em busca de indenizações, sem qualquer perspectiva de quando o tormento acabará.
"Quem foi não vai mais voltar, mas vamos brigar até o fim para que, definitivamente, não acabe tudo em impunidade", disse Mara Paiva, uma das líderes da Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Voo da Chapecoense.
Nesta quarta-feira, algumas famílias ingressaram com uma ação judicial contra o governo da Colômbia. Elas cobram a responsabilidade da Aerocivil Colômbia - equivalente à ANAC no Brasil -, empresa responsável pelo controle aéreo no país. Também há processos correndo nos Estados Unidos, Brasil e, em breve, deve acontecer também na Bolívia. A busca por Justiça se faz por meio de direitos nas esferas civil, criminal e trabalhista envolvendo a LaMia, seguradoras, Chapecoense e os governos desses países.
Fonte: Correio.



Postar um comentário