Ela contou que estava dormindo na hora e acordou com a camisa aberta e a mão dele dentro da sua calça. A vítima relatou o incidente à tripulação pouco antes de o avião pousar. Quando as denúncias contra Ramamoorthy vieram à tona, ele negou as acusações, alegando que não poderia ter cometido o crime porque também estava dormindo. A esposa de Ramamoorthy disse, por sua vez, que a vítima estava dormindo nos joelhos do marido.
Ela afirmou, ainda, que o casal pediu a um comissário de bordo para mudá-la de lugar. A tripulação informou aos investigadores, no entanto, que apenas a vítima pediu para trocar de assento.Eles contaram que ela estava chorando quando se dirigiu até eles – e que os botões da sua camisa e calça estavam abertos. E deram a ela uma poltrona diferente na parte de trás do avião. Ramamoorthy foi detido sem direito a fiança – os promotores acreditavam que ele poderia fugir -, após comparecer a um tribunal federal em Michigan.
A promotoria havia pedido originalmente uma pena de 11 anos de prisão. Mas o juiz distrital Terrence Berg concluiu que nove anos eram suficientes para o que ele descreveu como “uma ofensa extremamente séria”, de acordo com o jornal americano Detroit Free Press. Segundo a imprensa local, Ramamoorthy vivia nos Estados Unidos com um visto de trabalho. Ele será deportado de volta para a Índia após cumprir sua pena, informou o tribunal federal de Detroit. (Aratu online)



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