Advogado do médium criticou a afirmação do juiz e afirmou que ela foi feita “sem qualquer base empírica”
Em nota, o advogado de João, Alberto Toron, criticou a afirmação do juiz e afirmou que ela foi feita “sem qualquer base empírica”. “É deplorável que profissionais da imprensa tenham acesso à decisão e os advogados do investigado, não. A decretação da nova prisão preventiva, além de desnecessária, pois o investigado já está preso, se mostra inidônea porque calcada no desejo de calar o clamor público contra a impunidade”, afirmou.
João de Deus está preso preventivamente desde 16 de dezembro, após ter sido denunciado por mais de 500 mulheres por abuso sexual.(Varela)



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