“É um cenário de conflito, de guerra. O clima que estamos percebendo aqui, é o de guerra", disse, em entrevista ao portal G1
O diretor afirmou que desde 2015, quando Roraima passou a receber um grande e crescente número de imigrantes, que o hospital não trabalhava com um fluxo tão atípico de pacientes venezuelanos. (BN)



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