Concursos sob nova direção: confira as principais mudanças para seleções federais
Medidas dificultam abertura de vagas e passam a valer a partir do dia 1º de junho; semana tem 16 mil vagas abertas
As regras para lançamentos de novos concursos federais ficam mais rígidas a partir de agora. O maior rigor vale tanto para a autorização de abertura de seleções como para a autorização de nomeação de aprovados. Segundo o decreto presidencial publicado no Diário Oficial da União (DOU) que passa a valer a partir do dia 1º de junho, antes de pedir abertura de concurso, os órgãos públicos federais deverão provar que tentaram outras formas de preenchimento dos postos, como remanejamento de pessoal e digitalização de serviços, por exemplo.
Ainda de acordo com decreto, o concurso não terá prazo de validade maior que dois anos, caso esta extensão não esteja prevista no edital. Antes, automaticamente era possível prorrogar o processo para mais dois. Na prática, os órgãos vão precisar de mais elementos para justificar as novas contratações, o que torna escasso o lançamento de novos certames na esfera federal.
“É visível que as autorizações serão demoradas, pois os órgãos terão dificuldades num primeiro momento de se adequar aos requisitos. Ou seja, em 2019 dificilmente teremos grandes concursos federais, apenas exceções”, destaca o criador do portal ProximosConcursos.Com, Wagner Fernandes.



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